Angela Gomes
 
 
 

sábado, abril 28, 2007

Paul Klee


A arte não reproduz o visível, faz visível.

Cityspace with yellow windows

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sexta-feira, abril 27, 2007

Information Glut



“A revolução tecnológica ampliou enormemente o acesso social às informações (...) estamos, pois, numa situação de information glut, de excesso, de sobrecarga de informações. (...) Nessa crise desproporcional entre oferta e procura de atenção, é inevitável que a competição conduza a processos de monopolização da produção e da distribuição de informações.” Christian Marazzi

Guerrilha de sofá
Ivana Bentes, Folha de SP, 31/3/02 (!!!)

"A televisão vem monitorando e promovendo mudanças sociais significativas. Reflete um certo estado das coisas, cria um senso comum público e se lança num visível esforço para antecipar futuros. Não é ilegítimo perguntar, olhando a TV brasileira pelo avesso, que tipo de cultura essa televisão reflete e prefigura. Estamos assistindo a uma reconfiguração do campo televisivo com a convergência entre TV e internet, a entrada de capital estrangeiro no negócio e a busca incessante por novos formatos. Acontecimentos mundiais transmitidos ao vivo, jogos e ‘reality shows’, zoológicos e laboratórios humanos interativos que devassam a intimidade são alguns desses novos campos de batalha. Um outro dado relevante nesse quadro.
A oferta global de informações supera num nível estupidamente grande a capacidade humana de consumo, seja em livros, na internet ou na TV. Logo a ‘nossa atenção tem que ser comprada’ (1), e nunca houve tanta disputa por ela, pois como assegurar que vamos consumir ao menos uma parte de tudo isso que é produzido? Como fidelizar, fazer voltar, criar pactos de consumo e audiência? A ‘interação’, por mais pífia que seja, é uma dessas tentativas de capturar nossa atenção. Os programas de ‘convivência’, como o ‘Big Brother Brasil’, ‘Casa dos Artistas’ e todos os programas que trabalham com a comercialização da intimidade e criam vínculos entre um grupo de participantes e telespectadores ‘atuantes’, são outra resposta a isso.
Ligar indivíduos, com suas necessidades pessoais, a espaços públicos e ‘mentes coletivas’ é um desejo utópico que a televisão vem concretizando de forma duvidosa ao transformar essa ‘mente coletiva’, espaço altamente valorizado, num confessionário das intimidades mais irrelevantes.
Continuidade e extensão entre o tempo da vida, o tempo do trabalho e o tempo do lazer -que são a característica do capitalismo pós-industrial (2). As máquinas que servem à produção (computador, telefone, celular, TV, internet) são máquinas lúdicas, que estreitam a convivência e servem ao lazer. A TV aposta nos jogos de convivência como simulações de uma certa vida social, lugar de fidelização, lealdades, criação de vínculos, um formato em expansão em todos os canais e que faz sucesso.
Na busca de criar fatos midiáticos continuamente, capturar nossa atenção e comprar nosso tempo, a televisão convoca o próprio espectador ou usuário a participar do processo de produção da informação. Ele é o consumidor-produtor que Walter Benjamin anteviu nos leitores que escreviam para os jornais e que hoje recebem câmeras de vídeo para produzir imagens que vão entrar no telejornal, no programa de variedades, numa denúncia política ou no ‘álbum’ eletrônico pessoal. As tecnologias doméstico-industriais transformam cada um de nós em unidades móveis de produção de imagens e informação que alimentam o sistema de comunicação.
O capitalismo midiático é produtor e tem que gerir bens altamente perecíveis, a informação, a notícia, bens simbólicos e imateriais, que colocam a televisão no eterno presente das medições de audiência e na guerra contínua pela nossa atenção.
Instabilidade e oscilações que produzem mudanças significativas nas fórmulas consagradas de fazer TV. Essa mobilidade sobre o ‘ao vivo’, de olho nos índices, faz de cada edição do ‘Big Brother Brasil’, do ‘Fantástico’, do ‘Faustão’, do ‘Ratinho’ ou da ‘Casa dos Artistas’ um exercício de mútua vigilância cada vez mais esquizofrênico e endógeno, em que o campo televisivo e suas exigências comerciais se sobrepõem a todo princípio.
Ratinho comemora ao vivo a subida de pontos no Ibope com gritos, música e aplausos da platéia. Estar na frente da Globo vira show, com direito a comoção popular. Alegria de ser platéia e telespectador no evento campeão de audiência que é uma satisfação em si, numa demonstração incontornável de como a televisão atua, mais do que tudo, como espaço comum, lugar de ‘estar junto’, inserido numa realidade coletiva, partilhada, festiva e ‘tribal’ (Michel Maffesoli), independentemente de qualquer conteúdo. Talvez esteja aí um germe de ‘aprendizado’ torto da audiência e do seu poder.
Autofagia -o canibalismo dos fracos- é a aposta da TV que se desdobra em metaprogramas sobre a própria televisão: ‘Vídeo Show’, ‘TV Fama’, coberturas em abismo da vida televisiva que é repercutida ao infinito. Tudo pode ser reciclado, inclusive a pauta do concorrente. Paradoxo que faz com que a concorrência vigilante na TV aberta e na mídia em geral produza mais uniformidade e redundância do que originalidade (3).
Gênese das celebridades
Entre as poucas demandas da audiência, medidas em pesquisas e divulgadas pelas próprias emissoras, ver pessoas comuns e anônimas na TV é um ‘desejo’ difuso. E não seria exagerado prever que essa forma de ‘existência’ propriamente televisiva torne-se um ‘direito’, uma exigência do próprio telespectador que, em última instância, quer se ver. A TV se antecipa à obrigação e dá vazão e escape a esse desejo com seus concursos, shows de calouros, espectadores ‘reversíveis’ que se tornam ‘top models’, atores, repórteres por um dia ou o povo que fala, se confessa, pede auxílio, sofre em público, expõe suas virtudes e sua miséria existencial. Mais do que isso, ao catapultar ‘anônimos’ para o estrelato e o circuito midiático, ‘reality shows’ como ‘Big Brother’ e ‘Casa dos Artistas’ revelam a própria gênese das celebridades televisivas.
Uma nova vida que virá depois do capital midiático acumulado durante a exposição às câmeras. A existência pós-mídia dos participantes do ‘Big Brother’ é o assunto mais recorrente entre eles, exercício de tédio televisivo, em que tentam antecipar seu futuro, depois dessa capitalização. Trata-se de uma reconfiguração das relações sociais mediadas por imagens/informação. É interessante observar os novos tipos sociais que surgem e são legitimados nesses programas. Não mais o machão, o ‘corno’, o ‘efeminado’, a ‘gostosa’, a ‘virgem’, o ‘tarado sexual’ de ‘A Praça É Nossa’, ‘Ratinho’, ‘Linha Direta’ ou ‘Zorra Total’, que ainda regem certo imaginário popular rural. Os novos tipos (notadamente no programa da Globo) fazem parte de um imaginário mais próximo da classe média urbana: a empresária paulista, o artista plástico, a designer, o cabeleireiro chique, o dançarino de axé, a modelo-manequim, a socialite, as subcelebridades, crias da própria mídia, a ninfomaníaca, o rapper irado, os marombeiros com visual estilizado de meninos de rua, cara de mau e gorro enterrado na cabeça.
Democratismo difuso
Exibidos num espaço público privilegiado e de atenção máxima, todos podem falar sobre tudo, pois a ‘notoriedade’, dada pela TV mais do que por seus pares, torna-se a base da ‘autoridade’ instantânea adquirida pela visibilidade máxima. Uma hipertrofia do campo do privado e da intimidade, supervalorização do indivíduo, que coloca a confissão no centro da ágora, no espaço público nacional mais caro e disputado. A televisão realiza assim o cruzamento do panoptismo com o confessionário, como pensados por Foucault e Deleuze (4), para caracterizar as sociedades disciplinares e de controle: ‘Confessam-se os crimes, os pecados, os pensamentos e os desejos; confessam-se passado e sonhos; confessa-se a infância; confessam-se as próprias doenças e misérias; emprega-se a maior exatidão para dizer o mais difícil de ser dito; confessa-se em público, em particular, aos pais, aos educadores, ao médico, àqueles a quem se ama, a si próprios (...)’. Tudo se confessa diante das câmeras e na TV. E tanto a confissão quanto a vigilância se tornam entretenimento, espetáculo (5) e frequentemente tédio. Ter acesso às confissões, vigiar os comportamentos, julgar e excluir por voto anônimo é a base de um democratismo difuso e socialmente inoperante, pois nunca decide nada de importante.
Telespectadores do mundo, uni-vos!
Mesmo parados diante da TV estamos trabalhando para a audiência. Seria então o telespectador revoltado e mobilizado a nova classe revolucionária no capitalismo midiático e imaterial? ‘Quem fica sempre olhando, para saber o que vem depois, nunca age: assim deve ser o bom espectador’, descarta Guy Debord. Néstor García Canclini vai mais fundo, provoca e rompe com a maneira tradicional de pensar o consumo e os hábitos televisivos como mal irremediável, propondo sua politização: ‘Faltam movimentos de consumidores, de telespectadores’ (6) que pudessem exigir, opinar, protestar e pressionar. Algo que o anonimato e a impessoalidade da audiência não estimulam.
É sintomático que os movimentos de boicote à TV, raros, que vêm surgindo, no estilo ‘não ligue a TV no dia X’, ainda tenham como modelo a velha greve; a novidade é que passam pela internet e estão ligados à vocação hiperativista dos internautas que formam redes e comunidades de pressão e ação em oposição a décadas de ‘silêncio’ dos telespectadores. ‘Redes da multidão’ (Antonio Negri) em que o telespectador reconhecesse a televisão como um bem público e fizesse uso desse bem. A idéia -tanto de Canclini quanto de Negri- está na contramão do lugar-comum de ‘irracionalidade’ e ‘passividade’ no consumo.
A televisão, regulada pela publicidade, tenta se legitimar numa abstração, a audiência. Mas nada da complexidade, diversidade, singularidade da multidão de telespectadores passa nessas medições quantitativas, ‘blitz extemporânea da vontade coletiva’, diria Negri. Resta saber como tomar posse da TV e fazer uma ‘guerrilha de sofá’.
Notas
1. Cristian Marazzi sobre a ‘attencion economy’, in ‘As Multidões e o Império – Entre Globalização da Guerra e Universalização dos Direitos’ (DP&A Editora);
2. Antonio Negri. ‘O Poder Constituinte – Ensaio sobre as Alternativas da Modernidade’ (DP&A Editora);
3. Pierre Bourdieu. ‘Sobre a Televisão’ (Jorge Zahar Editor);
4. Gilles Deleuze. ‘Pos-Scriptum sobre a Sociedade de Controle’, in ‘Conversações’ (editora 34);
5. Arlindo Machado. ‘Máquina e Imaginário’ (Edusp);
6. Néstor García Canclini. ‘Dicionário para Consumidores Descontentes’, no Mais! de 27/1/2002. (Ivana Bentes é professora da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, organizadora de ‘Cartas ao Mundo’ (Companhia das Letras) e autora de ‘Joaquim Pedro de Andrade’ (ed. Relume-Dumará)."


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quinta-feira, abril 26, 2007

EREA leste


http://www.erea.viavix.net/principal.html


Clara Sampaio, preciso agradecer o convite. Bom trabalho!

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quarta-feira, abril 25, 2007

Desligue a TV!


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terça-feira, abril 24, 2007

Google


O assunto ainda passa pelo google. Segundo a empresa de consultoria britânica Millward Brown Optimor, Google é a marca mais valiosa do mundo, superando a Microsoft. Fazemos parte disso. As marcas que mais crescem são as que têm apelo para os países emergentes, especialmente, Brasil, Rússia, Índia e China.
Segue o ranking das dez:
Google – US$ 66 bi
GE
Microsoft
Coca-Cola
China Móbile
Marlboro
Wal-mart
Citi
IBM
Toyota – US$ 33,43 bi

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segunda-feira, abril 23, 2007

imagens de satélite

O uso de imagens de satélite vai além do google earth e chega ao alunos dos níveis fundamental e médio. Esse é um dos assuntos do Simpósio. Há uma mobilização mundial, incentivada pela ONU, pela UNESCO, etc no sentido de capacitar professores e alunos no uso de dados de sensoriamento remoto como material didático.

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domingo, abril 22, 2007

Groland

Alguém, como eu, pensou numa "Brasiland"???
Margarida Cuzzuoll

Do Cox Newspapers, 21/04/07:
Na França, um país imaginário com cidadãos reais
Don Melvin, em Paris

A nação de Groland não pode ser encontrada em um mapa normal. Nenhum outro país a reconhece. Ela não tem cadeira na ONU, não participa da Otan e nem tem representante no Banco Mundial.
Mas milhares possuem passaporte de grolandeses e se consideram "cidadãos".

Carros em locais tão diversos como França, Austrália, Estados Unidos e Tailândia ostentam os adesivos ovais GRD da Groland. O time de futebol é composto de jogadores reais. E 30 mil pessoas reais assistiram no ano passado ao Festival de Cinema de Groland.

Na verdade, a Groland existe apenas em um programa de TV satírico francês e nos corações de franceses e outros devotos do ridículo ao redor do mundo. Mas este país imaginário gerou um fenômeno bastante real.

A Groland foi criada há 15 anos como uma pequena parte de um programa
humorístico. Ela acabou ganhando seu próprio programa. Toda noite de sábado na França, as pessoas sintonizam no Canal Plus para assistir "7 Dias em Groland", um noticiário dos eventos que ocorreram na última semana no país fictício.

O principal âncora do jornal, Jules-Édouard Moustic, que entra no ar usando uma imensa peruca plástica preta, disse que o cenário foi baseado originalmente no da CNN, com bonecas Barbie no fundo como membros da redação. A Fox News inspirou o conteúdo, ele disse.

Tudo e todos são alvos de sátira - de esporte e cultura à política, dos presidentes Bush e o francês Jacques Chirac ao presidente russo, Vladimir
Putin.
Mas onde exatamente fica a Groland? Em uma entrevista, Moustic, cujo nome real é Christian Borde, pegou um pedaço de papel e desenhou uma bolha amorfa.

"É da forma do úbere de uma vaca", ele explicou. Todos os outros países radiam para fora como os raios de uma roda. Assim, a Groland tem fronteira com todos os países do mundo.
Além da tela da TV, as pessoas começaram a pedir cidadania grolandesa. Um corredor profissional de motocross chamado Serge Nuques se tornou cidadão e recebeu um título de "cavaleiro", apelidado de Ze Chevalier.

O cineasta americano Michael Moore é um cidadão, assim como o produtor rural antiglobalização José Bové, o ator Gerard Depardieu e outros notáveis.

São emitidos passaportes aos cidadãos. As exigências não são complexas. "Basta fumar, beber e ter dentes amarelados", disse Moustic.

Para ser cidadão da Groland, é preciso apenas abandonar o medo de ser ridículo, disse Nuques.

Também há uma sinceridade agradável nos cidadãos grolandeses.

"Quando vencermos a Volta da França", disse Nuques, "apenas diremos que vencemos porque nos dopamos".

Há cerca de três anos, a equipe de futebol de Louvigny, uma cidade real de 3 mil habitantes na Normandia, estava à procura de um patrocinador.

"Nós pedimos à Groland", lembrou Patrick LeDoux, o prefeito da cidade. "A Groland respondeu: 'Nós não temos time de futebol!'"

Assim o acordo foi fechado. A equipe do Louvigny, que o prefeito reconhece ser apenas mediana, agora disputa com a insígnia da Groland. A cidade real tem uma relação oficial de cidade irmã com a cidade imaginária.

Em 2005, a Groland organizou seu primeiro festival de cinema, na cidade
resort litorânea de Quend-Plage-les-Pins, no norte. Dez mil pessoas compareceram.

O segundo festival ocorreu no ano passado e o público foi de 30 mil.

"Nós ficamos bastante surpresos", disse Raymond Defossé, o organizador.

O festival exibe filmes que ainda não foram exibidos comercialmente e contou com cineastas e atores como convidados - com destaque para Terry Jones, do grupo humorístico britânico Monty Python, que é um "pai espiritual" para os grolandeses, disse Defossé.

Mas diferente de festivais mais glamourosos, a versão grolandesa oferece a maioria dos eventos de graça, cobra não mais que cinco euros (cerca de US$ 6,80) por filme e não separa artistas e astros da massa.
"É totalmente o oposto de Cannes", disse Defossé.

Há algum tempo, o pessoal da Canal Plus começou a pedir adesivos de GRO para automóvel. A demanda logo se espalhou para o público e então cresceu além das fronteiras francesas; a Groland atualmente emite 2 mil adesivos por mês.

Há algo particularmente francês neste tipo de sátira, disse Defossé, em seu desejo de zombar da França assim como de todo o restante do mundo.

Qual é a fonte do grande apelo da Groland? Por que ela transcendeu a televisão e se tornou algo real - ou ao menos parcialmente real?

"Nós podemos tirar o sarro de tudo e todos", disse Ze Chevalier. "É liberdade total."

Tradução: George El Khouri Andolfato

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Sustentável 2007

http://www.sustentavel.org.br/


A logomarca é direta, meio kitsch: o homem está entre o dinheiro e o meio ambiente ... mas vale conferir a programação e a organização do evento, que será realizado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e pelo Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD), "entidade internacional que reúne 190 corporações que faturam perto de US$ 5,4 trilhões por ano". O Evento é o resultado de uma parceria com a UNESCO, o Instituto de Estudos Avançados da Universidade da ONU (UNU/IAS), o PNUMA, Ministério do Meio Ambiente, Ministério das Relações Exteriores, The Nature Conservancy (TNC) e WWF-Brasil.
Existe lobby responsável?

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sábado, abril 21, 2007

mostra de vídeos



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sexta-feira, abril 20, 2007

Cidades no mundo. Entre projetar e fotografar

Vejam lá: artigo da Ellen no Vitruvius.
http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc181/mc181.asp

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quinta-feira, abril 19, 2007

arte e mercado

http://www.sp-arte.com/


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Prestes Maia II

Acordo prevê instalação em moradias definitivas para ocupantes do edifício Prestes Maia
Que as coisas corram bem e esse seja um exemplo bem sucedido!
http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=15650

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quarta-feira, abril 18, 2007

IPTU?!



PT, PSDB, PPS, OBRAS, (RE)ELEIÇÕES, ETC, ETC ...

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terça-feira, abril 17, 2007

Questões fisico-químicas



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segunda-feira, abril 16, 2007

O assunto ainda é São Paulo...

http://www.petitiononline.com/pmaia911/

http://fotolog.terra.com.br/prestesmaia

Ás vezes é difícil estabelecer prioridades...


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mídia externa SP


“É que, depois de anos, eu finalmente estava vendo São Paulo ao invés de lê-la. Todas aquelas palavras retiradas das empenas dos prédios e das ruas parecem ter liberado meu cérebro para que ele pudesse ver o que estava por trás".
Fernando Meirelles

"Lojas usam cores berrantes contra restrição a logomarca
Reação visual à lei Cidade Limpa surge com fachadas coloridas e inovações geométricas. Primeira resposta veio das lojas situadas no entorno da Oscar Freire, mas já começa a migrar para o comércio popular". A tendência, segundo os especialistas, é que o mercado encontre outras formas de utilização de mídia externa. Um dos caminhos é uma nova associação entre programação visual e arquitetura. Assim como os outdoors, ainda haverá muita coisa tosca, como dizem os paulistanos, nas ruas.
A redução da poluição visual, que gerou polêmica no mercado publicitário, começa a apresentar alguns resultados positivos e também situações imprevistas.
Fonte: Folha SP 15/04/2007
No site www.melissa.com.br/galeriaonline vi algumas experiências interessantes.
Imagem: Ricardo Pomeranz

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domingo, abril 15, 2007

o convento sumiu?





Como assim? Não entendi. A pergunta veio de um arquiteto que deixou de ver a orla de Vila Velha durante alguns anos e faz sentido. Experimentem andar pela Praia da Costa, restam algumas fendas entre os edifícios com visadas para o Convento. A primeira foto é da Praia da Costa e a segunda é da Enseada do Suá, Vitória -ES.

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Janela - convento 1979


por Flávio Martins

é uma postagem repetida.
Em 1979 havia queima de fogos no encerramento dos festejos.

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sábado, abril 14, 2007

R$50



"Para França, turista no Brasil deve ter R$50,00 para o ladrão.
Na internet,embaixada diz que viajar ao país pode ser muito perigoso e lista 14 dicas de segurança para cidadãos franceses"
Folha SP - cotidiano
Com essa os turistas ficaram visados, mas sinto informar que algumas dicas servem para todos nós e que a listagem ainda é pequena ... A embaixada fornece dicas específicas para quem vai a São Paulo, Recife, Rio e Brasília (?!)...
imagem: BCB

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sexta-feira, abril 13, 2007

Design

http://www.logoorange.com/logodesign-A.php

Para os designers um glossário contendo a história das logos e "tendências" de design. Vi o no Digestivo Cultural.

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quinta-feira, abril 12, 2007

Irada!


Hoje recebi uma mensagem de uma pessoa irada. Radical e literalmente revoltada com tudo o que acontece hoje no país. Era uma mensagem ao mesmo tempo tensa e divertida, mas digna de reflexão. Afinal, the dream is over?! Mas deve existir uma saída, que não seja o aeroporto ...Preciso acreditar em trabalhos em rede, em algo construído coletivamente e com senso crítico. Pode ser um dos caminhos, não?

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mapas da diversidade

http://www.itaucultural.org.br/index.cfm?cd_pagina=2132&cd_materia=2375



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quarta-feira, abril 11, 2007

Tom Zé e Estação Porto

http://www.vitoria.es.gov.br/diario/2007/0411/pesquisadora.asp



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Açaí



Aproveitando a postagem anterior sobre Belém (não, não estou fazendo campanha pela cidade!) li o seguinte na Veja:
“O Açaí na trilha do Kiwi. Assim como outras novidades exóticas, a fruta amazônica ganha valor e mercado nos Estados Unidos. Mas não por talento empresarial brasileiro”.
Na onda da sustentabilidade e da preservação da natureza, fabricam xampu, bebida energética, creme facial, etc Uma das empresas se chama Sambazon e pertence a surfistas californianos que provaram a fruta no nordeste do Brasil. São negócios bem embalados em marketing.
Fui apresentada ao açaí quando era pequena. Era um alimento exótico, assim como o Tacacá. A fruta era vendida acompanhada de farinha de tapioca, sem essa de granola. No Rio, em Copacabana, a referência era o restaurante Arataca, que vendia comidas típicas do Pará. A cozinha paraense é considerada genuínamente brasileira por não possuir influências européias ou africanas. Será?!
Somente no ano passado conheci Belém. Fiquei surpresa com a beleza da cidade e com as características regionais. Vale um passeio por lá. O que afasta o turista é saber que a passagem aérea custa tanto quanto um vôo internacional. A Estação das Docas é imperdível, mesmo sabendo que segue Puerto Madero ...

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terça-feira, abril 10, 2007

Belém

http://www.belem.pa.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=14&Itemid=242





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segunda-feira, abril 09, 2007

Praça do Papa



Obras da nova Praça do Papa começam nesta semana em Vitória. Demorou ... mas hoje foi dada a ordem de serviço.

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Seminário Aberto

O Programa de Acesso Livre a Internet em Vitória
Potencialidades na produção de linguagens e pesquisas

Luiz Fernando Barbosa Santos
Chefe do Núcleo de Desenvolvimento Econômico e de Ciência e Tecnologia
Secretaria de Desenvolvimento da Cidade
Prefeitura de Vitória

Coordenação: Prof. Fábio Malini (DEPCOM/UFES)
Dia 11.04 (quarta), às 9h30
Auditório do CCHN - IC II - UFES

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domingo, abril 08, 2007

Scoop!


Scoop - O Grande Furo . Um filme de Woody Allen
Muito bom! Recomendo!


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Janela







por Clóvis Aquino

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Vejam lá

"Minha pequena coleção de grafites"

http://www.dmadrid.blogger.com.br/


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Mudanças climáticas


A charge do Jean foi publicada ontem, na Folha de SP, mas de alguma forma está relacionada a postagem anterior ... é o assunto da vez.

Folha SP, 07/04
"Mudanças climáticas vão afetar mais os pobres"
Economista do IPPC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática) disse em entrevista `a Folha que “a melhor estratégia de adaptação às mudanças globais no clima é a redução da pobreza”.

A essa altura recebo tantas informações nos jornais, nas revistas e na rede, com mil datas, lugares e previsões de acontecimentos diversos, que entendo a importância do assunto, mas não a complexidade das transformações políticas e econômicas que serão necessárias. Pelo visto, muitos artigos ainda serão publicados ...



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sábado, abril 07, 2007

Lane, Jornal de Brasília

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Janela USA

Central Park e Glenwood Springs
por Anita Lacerda

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sexta-feira, abril 06, 2007

Janelas: Helsinki

por Flávio Martins


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Toulouse

por Flávio Martins

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Paris

por Flávio Martins

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quarta-feira, abril 04, 2007

Project bandaloop

http://www.projectbandaloop.org/



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terça-feira, abril 03, 2007

living trends

"Os 5 cenários e as 10 tendências da domesticidade e do morar"
Francesco Morace coordena no Future Concept Lab uma equipe de 25 caçadores de tendências espalhados em algumas cidades do mundo. Sim, isso existe e é um mercado de consultoria. Os caras observam, fotografam e descrevem tudo o que é considerado "mais inovador" e depois fazem um grande relatório de “tendências” (comportamento, bares, restaurantes, museus, lojas, modo de vestir, escolas, mostras, filmes, centros de pesquisa, etc)

"Como as pessoas vão lidar com o paradoxo de viver cercadas de apelos de consumo e a urgência de consumir menos?
Creio que este paradoxo conduzirá a uma valorização da simplicidade, da autenticidade e o consumo essencial”
http://www.futureconceptlab.com/


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domingo, abril 01, 2007

Opiniao pública e blogs

http://fabiomalini.wordpress.com/2006/05/02/opiniao-publica-e-blogs/


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vizinho do papa

http://oxidablog.blogspot.com/2007/03/vizinho-do-papa.html



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Que flor é essa?


por Margarida Cuzzuoll

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Grand Parc


Em tempos de grandes lançamentos imobiliários na Enseada do Suá, em Vitória, visitei o apartamento decorado do Grand Parc Residencial Resort. Aliás, fui ao lançamento do empreendimento. Uma recepção muito elaborada, que vale um elogio a equipe de trabalho. Do material de divulgação ao estande, tudo estava perfeito.
Por um lado, as grandes empresas entram no mercado estadual, em parceria com empresas locais, trazendo novos conceitos e valores que contribuem para profissionalizar o mercado e apresentar novos produtos aos consumidores. Por outro, qual o motivo de reproduzir algumas práticas que podem prejudicar o consumidor leigo? Um bom exemplo: na ambientação do apartamento de 142 m2, extremamente bem decorado em tons claros, foi muito utilizado o recurso de revestir planos verticais (paredes, portas, armários, etc) com espelhos, criando um efeito cênico de falsa amplitude.
Pelo lado simbólico, espelhar é refletir o entorno, as pessoas, as expressões de surpresa, beleza, o sonho de adquirir um produto, de ser vaidoso ...Espelhar também significa tornar liso, polido; deixar ver, retratar, brilhar, mirar-se ... Tudo o que é valorizado pela nossa sociedade. Sendo assim, o uso de espelhos seria perfeito e não uma contradição!?

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