Angela Gomes
 
 
 

segunda-feira, julho 30, 2007

Iluminação Pública


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domingo, julho 29, 2007

banda estreita



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quinta-feira, julho 26, 2007

Relaxa e goza...ou...o pepino no brigadeiro?

Orgia ou caos aéreo?
Estamos todos falando da mesma coisa?

Não resisti à baixaria... mas vejam só:

"O importante não é o pepino, é saber lidar com o pepino, saber cozinhar o pepino, cortá-lo corretamente, ter inteligência para trabalhar com o pepino e principalmente ter calma para se trabalhar com pepino", explicou o brigadeiro.

Presidente ou ex-presidente da infraero José Carlos Pereira sobre o caos aéreo.

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quarta-feira, julho 25, 2007

Esquadrão Geriátrico de Extermínio

(Segunda-feira, 3 de maio de 1993)

E.G.E.
(Esquadrão Geriátrico de Extermínio)
Crônica de Hilda Hilst para o "Correio Popular" de Campinas-SP

O poeta pode ser violento. A maior parte das vezes contra si mesmo. Um tiro no peito, gás, veneno, um tiro na boca, como fez Hemingway, que também foi poeta em O Velho e o Mar; Maiakóvski, um tiro no peito; Sylvia Plath, gás de cozinha; Ana Cristina César, um salto pelos ares; etc etc etc. "Os delicados preferem morrer", dizia Drummond. Mas esta modesta articulista, sobretudo poeta, diante das denúncias feitas pela revista Veja, todos aqueles poços perfurados em prol de uma única pessoa ou em prol de amiguelhos de sua excelência, presidente da Câmara, senhor Inocêncio (a indústria da seca), e o outro com seu lindo carro às custas de gaze e esparadrapo... Credo, gente, quando você vê televisão ou in loco o povão famélico, desdentado, mirrado... Um amigo meu foi para o Ceará e passou os dias chorando! As crianças todas tortas, todos pedindo comida sem parar... e 500 toneladas de farinha apodrecendo... e montes de feijão desviados para uma só pessoa... (um parênteses, porque meu coração de poeta pede a forca, o fuzilamento, cadeia, cadeia para aqueles que se locupletam à custa da miséria absoluta, da dor, da doença). Gente, eu já estou uma fúria e para ficar mais calma proponho algumas coisas mais sutis, por exemplo: o Esquadrão Geriátrico de Extermínio, a sigla óbvia seria EGE. Arregimentaríamos várias senhoras da terceira idade, eu inclusive, lógico, e com nossas bengalinhas em ponta, uma ponta-estilete besuntada de curare (alguns jovens recrutas amigos viajariam até os Txucarramãe ou os Kranhacarore para consegui-lo) nos comícios, nos palanques, nas Câmaras, no Senado, espetaríamos as perniciosas nádegas ou o distinto buraco malcheiroso desses vilões, nós, velhinhas misturadas às massas, e assim ninguém nos notaria, como ninguém nunca nota a velhice. Nossas vidas ficariam dilatadas de significado, ó que beleza espetar bundões assassinos, nós faceiras matadoras de monstros!

O curare é altamente eficiente, provoca rapidinho a paralisia completa de todos os músculos transversais (bunda é transversal?)... e em seguidinha sobrevém a morte por parada respiratória. Ficaríamos todas ao redor do coitadinho, abanando: óóóó, morreu é? Um pedido ao presidente Itamar: severidade, excelência, é ignominioso, indigno, insultante para todos nós, deste pobre Brasil tão saqueado, que essas terríveis denúncias terminem no vazio, no nada, na impunidade. É sobretudo perigoso porque:



de cima do palanque

de cima da alta poltrona estofada

de cima da rampa

olhar de cima



LÍDERES, o povo

Não é paisagem

Nem mansa geografia

Para a voragem

Do vosso olho.

POVO, POLVO

UM DIA.



O povo não é o rio

De mínimas águas

Sempre iguais.

Mais fundo, mais além

E por onde navegais

Uma nova canção

De um novo mundo.



E sem sorrir

Vos digo:

O povo não é

Esse pretenso ovo

Que fingis alisar,

Essa superfície

Que jamais castiga

Vossos dedos furtivos.

POVO. POLVO.

LÚCIDA VIGÍLIA.

UM DIA.

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A banda é larga...a mente expandida...

Não liberaram isso ainda??

Influência das entusiasmadas aulas do Fabio Malini...




25 / 07 /2007 - Gilberto Gil defende liberação de música pela internet
RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O ministro da Cultura, Gilberto Gil, que está na Itália para apresentações de sua nova turnê mundial, "Banda Larga", dedicada às novas tecnologias e a questões relativas à propriedade intelectual, declarou ontem que "a cultura, principalmente a música, devem se tornar livres e compartilháveis, assim como o software Linux". Não por acaso, cada concerto da nova turnê é aberto por uma voz que diz: "Pede-se aos senhores espectadores para que filmem e fotografem o show e para que o baixem no site de Gilberto Gil".
"Estamos em uma fase de contínua evolução. É necessário procurar novos modelos, novas definições de direitos autorais e novos modos de remunerar os artistas", explicou Gil, que se apresenta depois de amanhã no festival latino-americano de Assago, cidade da província da Lombardia, no norte do país. Para compensar as gravadoras e os artistas pela perda dos direitos autorais, procurando também evitar que quem baixa bens de propriedade intelectual pela rede venha a ser acusado de praticar crime, Gil já tem em mente um modelo: "O Linux é um software livre e aberto, para cujo desenvolvimento contribuem milhões de pessoas no mundo todo. Ninguém paga para tê-lo, mas pode-se contribuir para melhorá-lo, tanto que atualmente, nos estúdios de Hollywood, 70% dos computadores utilizam a plataforma Linux para a realização de efeitos especiais, pois se mostra mais confiável".

O site é muito bom...olha aí:
http://www.gilbertogil.com.br/


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terça-feira, julho 24, 2007

Viva a catástrofe! Os bons tempos voltaram

Viva a catástrofe! Os bons tempos voltaram

Sempre que há uma catástrofe nacional, irrompe uma euforia de cabeça para baixo. É como se a opinião pública dissesse: "Eu não avisei? Bem que eu falei, não adianta tentar que sempre dá tudo errado...".

Há um grande amor brasileiro pelo fracasso. Quando ele acontece, é um alívio. O fracasso é bom porque nos tira a ansiedade da luta. Já perdemos, para que lutar? O avião explodindo nos dá uma sensação de realidade. Parece o Brasil indo a pique -o grande desejo oculto da sociedade alijada dos podres poderes políticos, que giram sozinhos como parafusos espanados.

Não é uma ameaça de CPI, não é um perigo de crash da Bolsa. É morte, gás e fogo. E nossa vida fica mais real e podemos, então, aliviados, botar a culpa em alguém.

Chovem cartas de leitores nos jornais. Todas exultam de indignação moral, todas denotam incompreensão com o programa do governo de reformar o sistema, programa muito "macro", mal explicado, "muito cabeça" para a população.

Nada como um desastre ou escândalo para acalmar a platéia. E a oposição, aliada à oligarquia, usa bem isso. Danem-se as questões importantes, dane-se a crise externa, dane-se tudo. Bom é fofoca e denúncia. A finalidade da política é impedir o país de fazer política. Nada acontece, dando a impressão de que muito está acontecendo.

Há uma tradição colonial de que nossa vida é um conto-do-vigário em que caímos. Somos sempre vítimas de alguém. Nunca somos nós mesmos. Ninguém se sente vigarista.

O fracasso nos enobrece. O culto português à impossibilidade é famoso. Numa sociedade patrimonialista como Portugal do séc. 16, em que só o Estado-Rei valia, a sociedade era uma massa sem vida própria. Suas derrotas eram vistas com bons olhos, pois legitimavam a dependência ao rei. Fomos educados para o fracasso. Até hoje somos assim. Só nos resta xingar e desejar o mal do país.

Quem tem coragem de ir à TV e dizer: "O Brasil está melhorando!", mesmo que esteja? Ninguém diz. É feio. Falar mal do país é uma forma de se limpar. Sentimo-nos fora do poder, logo é normal sabotar. O avião da TAM derreteu feito bala de açúcar na boca dos golpistas.

O fracasso é uma vitória para muitos. Não fui eu que fracassei, foi o governo, o “populismo”. O maior inimigo da democracia é a aliança entre o ideologismo regressista e a oligarquia vingativa. Nossos heróis todos fracassaram. Enforcados, esquartejados, revoltas abortadas, revoluções perdidas. Peguem um herói norte-americano: Paul Revere, por exemplo. Cavalgou 24 horas e conseguiu salvar tropas americanas na Guerra da Independência. Foi o herói da eficiência. Aqui, só os fracassados verão Deus.

O que moveu Pedro Simon e Arthur Virgilio foi a esperança do caos. Pedro Simon se acha o missionário da catástrofe. Ele é o ideólogo da explosão de furúnculos. Ele acredita no pus revelador. Virgilio quer levar em seu declínio o país todo com ele, cair destruindo, numa espécie de triunfo ao avesso. Ele é o último bastião do patrimonialismo tradicional, resistindo ao capitalismo impessoal.

Espalhou-se a teoria de que o problema do Brasil é "moral". Este "bonde" funk de neo-udenismo psicótico, este lacerdismo tardio, este trenzinho de "janismo" com "collorismo" visam impedir a modernização do país, sob a capa do "amor". São a favor da moralidade, mas contra a lei de Responsabilidade Fiscal.

Esta onda de moralismo delirante busca impedir a reforma das instituições, que estimulam a imoralidade. Tasso , tocando trombone sob um telhado de vidro, é o grande exemplo. Arthur Virgilio, com boquinha de ânus e vozinha de padre, outro.

Nossos intelectuais se deliciam numa teoria barroca da "zona" geral. O Brasil é visto como um grande "bode" sem solução, o paraíso dos militantes imaginários. Quem quiser positividade é traidor. A miséria tem de ser mantida "in vitro" para justificar teorias e absolver inações. A academia cultiva o "insolúvel" como uma flor. Quanto mais improvável um objetivo, mais "nobre" continuar tentando. O masoquista se obstina com fé no impossível.

Há um negativismo crônico no pensamento brasileiro. Paulo Prado contra Gilberto Freyre. Para eles, a esperança é sórdida, a desconfiança é sábia: "Aí tem dente de coelho, "alguma" ele fez...".

Jamais perdoarão Lula por ter abandonado a utopia tradicional e aderido à "realpolitik". Quase nenhum "progressista" tentou ajudá-lo nessa estratégia. Quem tentou foi queimado como áulico ou traidor, pela plêiade dos canalhas e ignorantes. Talvez tenha sido um dos maiores erros da chamada "social-democracia", talvez a maior perda de oportunidade da história. Agora, os corruptos com que Lula se aliou para poder governar querem afogá-lo na lama.

A "realpolitik" virou "shit politics".

Assim como o atraso sempre foi uma escolha consciente no século 19, o abismo para nós é um desejo secreto. Há a esperança de que, no fundo do caos, surja uma solução divina. "Qual a solução para o Brasil?", perguntam. Mas a própria idéia de "solução" é um culto ao fracasso. Não lhes ocorre que a vida seja um processo, vicioso ou virtuoso, e que só a morte é solução.

Vejam como o Brasil se animou com a crise atual. Ôba! É o velho Brasil descendo a ladeira! Viva! Os bons tempos voltaram!

Enviado por: Paulo

Sei que a maioria dos anti-Lula e anti-PT adoram a suposta contundência de Arnaldo Jabor. Leiam só o artigo dele na Folha sobre a tragédia da plataforma P-36, durante o governo FHC.

Trocas efetuadas no texto

Onde se lê: O avião explodindo
Leia-se: plataforma afundando

Onde se lê: populismo
Leia-se: neoliberalismo

Onde se lê: O avião da TAM
Leia-se: A plataforma da Petrobrás afundando

Onde se lê: Pedro Simon
Leia-se: Luiz Francisco

Onde se lê: Arthur Virgilio
Leia-se: ACM

Onde se lê: Lula
Leia-se: FHC

Onde se lê: social democracia
Leia-se: esquerda

PS – Perdão, Jabor, mas essa foi irresistível.

Atenção, para quem não reparou: esse texto, brilhante, é do Arnaldo Jabor. Apenas os nomes e circunstâncias foram trocados, para montar a pegadinha.

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segunda-feira, julho 23, 2007

da lama ao caos


Chico Science e Naçâo Zumbi
Posso sair daqui para me organizar
Posso sair daqui para desorganizar
Da lama ao caos. Do caos à lama
Um homem roubado nunca se engana
(...)
Que eu me organizando posso desorganizar
Que eu desorganizando posso me organizar
Da lama ao caos/ Do caos à lama
Um homem roubado nunca se engana


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quinta-feira, julho 19, 2007

brocha?!


Pegando carona na postagem do André, a solução seria pintar tudo isso que está acontecendo no país com tinta feita de cal, água e cola. Caiar ... mas tem pouca durabilidade. Funcionaria somente para encobrir, disfarçar e mascarar o que realmente precisa ser encarado de frente ... apesar de "Escancarado. Insuportável. Inaceitável"

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terça-feira, julho 17, 2007

Escancarado. Insuportável. Inaceitável

Casnsado de crer que as notícias sobre corrupção no país ajudarão a resolver tal agudo problema. Resolví criar um índice "que me atende" de análise da situação.
1)Escancarado
Atinge o coletivo. Informa. Deixa os credos atônitos. Mata a cobra e mostra o pau.
2)Insuportável
Atinge o âmago, o bolso,o conforto. Apresenta-se como manifestação de entendimento do escancarado e suas maléficas exposições.
3) Inaceitável
Questiona a moral e a ética, pondo-as a prova. Toma lá da cá em tempo real, absoluto e absolvente. Em casos extremos suporta o insuportável e recolhe o escancarado. Em termos sexuais: Brocha

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domingo, julho 15, 2007



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sexta-feira, julho 13, 2007

Hendrix



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quinta-feira, julho 12, 2007

carta capital

http://www.cartacapital.com.br/2007/07/452/no-campo-da-intolerancia

No campo da intolerância

por Phydia de Athayde

O futebol, paixão nacional, abriga os preconceitos mais retrógrados. Nas últimas semanas, uma polêmica no meio esportivo escancarou, mais uma vez, como o futebol, paixão e símbolo da identidade brasileira, também é fértil campo para preconceitos e intolerâncias.


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segunda-feira, julho 09, 2007

Quem não perde tempo, não contempla...

Para a salvação das cidades e espaços públicos... a volta do "flâneur", uma forma respeitosa de respeitar a cidade... nada mais complicado do que chamar à perda de tempo...
09/07/2007
Lagosta suada

da Folha Online

Que fazer com Sarkozy? Eu não sei. A França também não. Nas últimas semanas, Paris despertou com polêmica feia sobre os hábitos desportivos do presidente. Sarkozy, ou "Speedy Sarko" (para os íntimos), gosta de correr. Diariamente. As imagens são conhecidas: Sarkozy acelera pela cidade e chega ao Eliseu de camisola suada. O horror, o horror.
E a França está horrorizada. Nas televisões e nos jornais, colunistas vários perguntam se o jogging é coisa decente. Não é, dizem, não é. O jogging é uma prática tipicamente capitalista, importada dos Estados Unidos e contrária à existência de qualquer pessoa civilizada. Alain Finkielkraut, filósofo e sedentário (uma redundância, eu sei), vai mais longe e aconselha Sarkozy a caminhar, de preferência lendo Rimbaud. E o sociólogo Patrick Mignon vai ainda mais longe: só regimes totalitários elegem o corpo como princípio e fim de todas as demandas. O culto do corpo é o culto da força e da vontade.
Eu sei que os meus leitores vão abandonar este artigo com a próxima frase. Mas, por uma vez sem exemplo, eu estou com a França pensante, e não com "Speedy Sarko". E não apenas por experiência pessoal - sim, fiz jogging uma vez na vida, a convite de amigos; no final, cortei relações com eles; até hoje. Mas eu estou com a França pensante porque o jogging, que eu abandonei à primeira, ainda não me abandonou a mim. Moro junto à praia e todos os dias, quando o sol se põe, hordas de alucinados invadem o calçadão para esticarem o corpo durante três ou quatro quilômetros de sofrimento e inutilidade. Observo tudo, de preferência sentado. O problema não é apenas estético. O problema é sobretudo ético: o jogging é uma declaração de guerra à decadência do corpo, mesmo sabendo que o corpo, no final, vai ganhar. Ou, se preferirem, perder.
Mas o caso ganha contornos particularmente deprimentes em França. Bem sei que Paris deu ao mundo o paradigma da revolução totalitária. Mas Paris deu também o "flâneur", o ocioso caminhante, de Baudelaire a Serge Gainsbourg. Foi Baudelaire, aliás, quem melhor resumiu o espírito da "flânerie", em peça clássica sobre o "dandy". Para Baudelaire, o "dandy" não se define apenas por uma preocupação excessiva com o vestuário. Para o "dandy", vestuário não é mais do que a expressão simbólica da sua mente aristocrática.
Porque o "dandy" é um aristocrata espiritual. Ele é a última expressão de heroísmo romântico numa era massificada. Como um astro que foi perdendo algum do seu brilho vital, conservando ainda um calor de fim de tarde.
E se os outros não perdem tempo em suas vidas mecânicas e utilitárias, o "dandy" perde todo o tempo do mundo. Como Beau Brummel, a quem devemos a invenção tão simples da calça e do casaco, e que demorava três horas matinais só para apertar o laço.
E se os outros correm para cumprir um dever, seja profissional ou sanitário, o "dandy" caminha. De preferência, levando uma lagosta pela trela, como Gérard de Nerval pelas ruas de Paris.
As ruas de Paris? Nem mais. A "flânerie" é uma forma respeitosa de respeitar uma cidade. E Paris é uma cidade que merece ser respeitada. Correr como um demente pelas mais perfeitas avenidas que existem, pingando suor e desinteresse pelas calçadas, é como jantar com uma bela mulher sem tirar os olhos do prato. É triste. É insultuoso. É, numa palavra, a barbárie.
Exatamente como as corridas de Sarkozy. Quem corre não perde tempo; quem não perde tempo, não contempla. E um político incapaz de olhar a Cidade, e aqueles que a habitam, será também incapaz de a entender e governar.


João Pereira Coutinho

http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u310314.shtml

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domingo, julho 08, 2007

arveres



Bosque particular vira sonho de consumo.

Construtoras prometem de local para fazer trilha a praia artificial; lançamento oferece até árvore privativa!!!
Cotidiano, Folha SP
Por aqui o marketing verde também promete, sem praia, óbvio, mas focado no mundinho privativo. No futuro, quem sabe, chegaremos ao famoso vídeo do youtube, mas o jardineiro será você e as arveres ... nozes ...

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sábado, julho 07, 2007

M-CH

http://www.microcompacthome.com


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quinta-feira, julho 05, 2007

Cia Transe Express



http://www.transe-express.com/

Fonte: Portal Sesc SP
SESC Carmo apresenta Mobile Homme e Les Tambours, criações da cia. Transe Express
Esta semana, o SESC Carmo levará ao Vale do Anhangabaú dois espetáculos franceses da cia. Transe Express: Les Tambours, nos dias 04 e 05, às 12h, e Mobile Homme, no dia 06, às 13h.
Les Tambours é um cortejo musical que percorrerá a rua do Carmo, a Praça da Sé, o Viaduto do Chá e a Praça Ramos de Azevedo. Criado em 1987, busca aliar a provocação com a tradição. Ao combinar as sonoridades de raiz do famoso “Tambor Francês”, que associa dança, canto e tambor, às músicas de percussão (africana, mediterrânea e bretã), a trupe leva uma brisa de delírios em sua passagem cadenciada. Durante duas horas, sete integrantes interagem com o público, executando um conjunto de sons harmonizados. “Les Tambours” evoca à nostalgia infantil, sensibilizando o imaginário do público presente.
Mobile Homme é encenado a uma altura de 40 metros. São oito artistas, sete músicos comediantes e um trapezista, que estarão em um móbile humano, sustentado por um guindaste que suporta 45 toneladas. Na performance se destaca uma frágil trapezista, que realiza coreografias bem no meio desse grupo aéreo, e um soldadinho, meio perdido, que toca triângulo, mas prefere flertar com os espectadores, ou testar o som das latas de lixo, em vez de marchar no ritmo.
cia francesa Transe Express
Há 25 anos, a cia francesa Transe Express corre o mundo apresentado suas montagens. Elas acontecem, na maioria das vezes, em espaços abertos, pois seu objetivo é aproximar o maior número de pessoas da ousada arte urbana.
Sob direção artística de Brigitte Burdin e Gilles Rhode, a cia. especializou-se no teatro de rua de grandes formatos. Mobile Homme foi encenado pela primeira vez em 1992, na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Albertville (EUA). Desde então, o grupo já se apresentou em dezenas de países. A companhia tem sua sede em Crest, no sudeste da França. Cerca de 60 artistas, entre atores, trapezistas, bailarinos, percursionistas e cantores integram a Trans Express.

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quarta-feira, julho 04, 2007

Memória do Futuro e Continuum

http://www.itaucultural.org.br/



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terça-feira, julho 03, 2007

Políticas públicas e econegócio

http://www.institutoideias.com.br/seminario2007/



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Mercocidades

http://www.vitoria.es.gov.br/secretarias/sedec/mercocidades/mercocidades.html



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domingo, julho 01, 2007



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