Angela Gomes
 
 
 

quarta-feira, agosto 29, 2007

Cansei?


Depois vem um dos líderes do Cansei dizer que não gostou de ser ironizado por promover uma passeio de "cachorros de madame" em Campos do Jordão ...
Imagem: 27/08/07, Vila Velha -ES, 11:30 hs

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domingo, agosto 26, 2007

design


Tom Dixon, designer autodidata radicado no Reino Unido, critica a síndrome do “design heróico” e aponta para o consumismo exacerbado e excesso de reverência a nomes e escolas da área. Devemos lutar contra o consumismo. Fonte: Folha SP, 21/08
Achei contraditório o assunto, afinal a profissão surgiu em função da industrialização, da produção em série, do lado oposto ao fazer manual, artesanal. Então, decidi conferir o que o cara produz, vejam lá:

http://www.tomdixon.net/en/products.html


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sábado, agosto 25, 2007



A persistência da memória - Salvador Dali

Procurei uma foto antiga da Praia da Costa, mas não achei. O fato é que gostaria de falar do Sr. José Ramos, que faleceu recentemente, aos 95 anos. Figura super conhecida, foi um dos primeiros moradores do bairro. Só para ter uma idéia, seu telefone era 229 0001! Comerciante de Vitória, começou suas atividades com uma lojinha de roupas masculinas. Vendia camisas feitas manualmente por sua esposa, Carminha, com quem teve sete filhos, seis homens, todos formados em engenharia, e somente uma mulher. Viveu o auge do comércio do Centro. Contava muitas histórias, tanto de Vitória, quanto de Vila Velha. Já aposentado, costumava nadar do Clube Libanês até a altura da rua Henrique Moscoso, o que era impressionante. Os dois foram meus vizinhos durante muitos anos. No curso de arquitetura indicava sempre o casal para uma boa entrevista. O poder da fala, o registro do tempo e a memória superavam qualquer aula de urbanismo.


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quarta-feira, agosto 22, 2007

Fietec

http://www.fietec.com.br Feira Internacional de Econegócios e Tecnologias Limpas – Fietec / 22 a 25 de agosto, no Pavilhão de Exposições de Carapina, Serra -ES


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terça-feira, agosto 21, 2007


Angeli -Folha de SP, hoje

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segunda-feira, agosto 20, 2007

pizzaria


Vejam só que cartaz simpático ! Está na porta de entrada de uma pizzaria badalada de Vitória. Se você tem filhos, pule fora. Consumidores acompanhados de crianças não são bem vindos ...inclusive em fotografias!

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domingo, agosto 19, 2007

ECOconsumismo

Consumismo excessivo é a marca do novo movimento verde
Quarta-feira Julho 04th 2007, 2:51 pm

Eis aqui uma imagem popular referente à salvação do planeta: deixe o aconchego dos suntuosos lençóis de fibra de cânhamo na sua cama, vista uma calça de algodão orgânico da Levi’s, de US$ 245 e uma camisa de tricô biodegradável da Armani.

Saia do seu quarto, movimente-se pela casa eco-McMansion, dotada de painéis solares fotovoltaicos, e dirija-se à cozinha remodelada com madeira reciclada. Entre na garagem para três carros iluminada com lâmpadas fluorescentes que consomem pouca energia e sente-se atrás do volante do seu Lexus híbrido de US$ 104 mil.

Dirija até o aeroporto...e embarque num vôo de 12,8 mil quilômetros — tomando o cuidado de comprar direitos para o consumo de carbono — e passe uma semana jogando bolas de golfe feitas com comida de peixe compactada em um eco-resort nas Ilhas Maldivas.

Essa imagem de uma vida eco-sensível baseada em uma série de escolhas a respeito do que comprar atrai milhões de consumidores e sem dúvida define o atual movimento ambiental como preocupado ao mesmo tempo com o destino da Terra e com uma vida de estilo.

Escolha ecológica
Segundo um relatório divulgado recentemente, cerca de 35 milhões de norte-americanos compram regularmente produtos comercializados como ecológicos. A diversidade desses produtos é muito grande, abrangendo desde os batons de cera de abelhas orgânica da floresta tropical do oeste de Zâmbia até os automóveis Toyota Prius. Com passos graduais, um número cada vez maior de consumidores procura o que deseja no catálogo de 60 mil produtos disponível no novo programa Opções Ecológicas da Home Depot.

Tais escolhas estão na moda neste momento em que as celebridades preocupadas com o aquecimento global aparecem na capa da ‘edição verde’ da revista “Vanity Fair”, e astros populares como Kelly Clarkson e Lenny Kravitz se preparam para agir em prol do planeta nos concertos da série Live Earth, em 7 de julho, que ocorrerão em diversos locais de todo o mundo.

Os consumidores abraçaram o estilo de vida verde, e em grande parte o movimento verde tradicional adotou o consumismo verde. Mas até mesmo neste momento de alta visibilidade e impacto para os ativistas ambientais, uma facção dissidente do movimento passou a criticar aquilo que à vezes chama de “verdes light”. Esses críticos questionam a idéia de que possamos reverter o aquecimento global comprando os produtos rotulados de “amigos da Terra”, entre os quais estão roupas, carros, casas e férias, quando o efeito cumulativo do nosso consumo continua sendo enorme e perigoso.

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sábado, agosto 18, 2007


Gustave Moreau

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sexta-feira, agosto 17, 2007

Overbooking

Filas intermináveis. Pistas sub-dimensionadas. Horas de espera. Riscos de acidentes. Quando chove então? Deus me livre e guarde.
Apesar do assunto recorrente no dia a dia ser o apagão aéreo. Todos os problemas citados se referem ao apagão viário da Grande Vitória.
A cada dia, e não há uma só alma que discorde, o trânsito, principalmente de Vitória e Vila Velha caminha a passos largos em direção ao caos.
Se chover, repito: Deus me livre e guarde. Ou a pessoa morre aos poucos de stress, ou morre no engarrafamento a caminho do hospital em alguma ambulância.
Sei que é recorrente culpar os governos, mas acredito que é ao mesmo tempo inútil, principalmente o atual governo federal. No Brasil governo é igual a papel higiênico e bombeiro - Só aparece depois que a m**** já está feita - Portanto me dou o direito de colocar a culpa na classe média, já que ainda faço parte dela.
Pra começar a classe média trabalha mais do que o necessário e isso acaba piorando o trânsito. Se trabalhasse metade, andaria metade do tempo de carro, gastaria metade da gasolina, pagaria metade dos impostos, comeria menos fora de casa além de outras vantagens.
A classe média também tem um grande defeito que é gostar de segurança e conforto, coisas que não existem nas lotações porque não devem existir. Se a classe média não ligasse de andar de guarda chuva, ficar espremida junto aos iguais e ter que acordar as 6 da manhã ao invés das 7, não teríamos problemas no trânsito.
A classe média tem outro grande defeito que é o consumismo, coisa que quem é pobre não tem. Por esse motivo uma família de 4 pessoas tem quatro carros e abarrota as cidades com esse devaneio desnecessário. Se todas as pessoas de mesma família saíssem juntos pela manhã no mesmo horário, trabalhassem próximos e freqüentassem os mesmos botequins, poder-se-ia ter apenas um automóvel. Como arrumar emprego é bastante fácil, bastaria escolhê-los em função da localização.
Bom, por estes e outros motivos, a classe média é um mau (com “u” mesmo!!!) a ser eliminado. Com a sua eliminação irão reduzir os autos e os altos e não haverá mais overbooking on the table.
Ah sim. Os políticos, se não me engano, também são de classe média, pelo menos na declaração de renda.

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terça-feira, agosto 14, 2007

File 2007

http://www.file.org.br/



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domingo, agosto 12, 2007

uma casa

Carmela Gross


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sábado, agosto 11, 2007

sustentabilidade


Imagem: ambientequalvida.blogs.sapo.pt
texto: gazeta on line/pesquisa Futura
Tyago Hoffmann

A Futura foi às ruas da Grande Vitória medir entre os capixabas o grau de conhecimento sobre a propalada expressão “desenvolvimento sustentável”, e também saber deles de que forma contribuem para que essa sustentabilidade do desenvolvimento ocorra. As conclusões da pesquisa, em geral, são preocupantes, e vamos analisá-las abaixo.

A primeira conclusão importante, e a única positiva do trabalho, é que os capixabas têm consciência de que a poluição gerada pelos seres humanos é muito grande. A quase totalidade dos entrevistados (92%) afirma que a poluição no mundo é muito alta ou alta, mais de 85% afirmam o mesmo para o Brasil, e mais de 76% para a Grande Vitória. Fato importante a ser destacado nessa conclusão é que ela é quase unânime nos segmentos da população pesquisados, sendo percebida por todas as faixas de renda e idade. De qualquer forma, o capixaba avalia que vive em um lugar menos poluído que o restante do país e o restante do mundo.

Em complemento a essa conclusão, podemos destacar que a maioria dos capixabas (56%) também tem consciência de que a atual geração entregará um mundo pior do que o que recebeu à próxima geração. Em contrapartida, quase 18% da população acha que o mundo entregue à próxima geração será melhor que o atual e 23% acham que será igual.

O segundo fato a ser analisado é que mais de 44% dos capixabas nunca ouviram falar sobre a expressão “desenvolvimento sustentável”. O desconhecimento é maior entre os moradores da Serra, entre as mulheres e entre as pessoas com idade superior a 40 anos. O mais preocupante, no entanto, é o nível de desconhecimento entre as pessoas de baixa renda e com menor escolaridade: mais de 73% das pessoas com ensino fundamental nunca ouviram falar sobre esse termo. Pode-se afirmar o mesmo para mais de 66% das pessoas das classes sociais D e E.

A terceira constatação, talvez a mais preocupante, é de que o capixaba não se considera responsável pelos problemas gerados pelo atual modelo de desenvolvimento. A culpa, na opinião dos entrevistados, é sempre “do outro”. A maioria dos capixabas, por exemplo, acha que as empresas não contribuem para o desenvolvimento sustentável, mas que ele, individualmente, contribui. O mesmo vale para o desperdício de água. A quase totalidade afirma que as pessoas desperdiçam água, mas apenas um terço dos capixabas admite fazê-lo.

Para finalizar, vale destacar que se considerarmos que o desconhecimento da expressão significa, como conseqüência, um desconhecimento das ações que podem contribuir para o desenvolvimento sustentável; e se considerarmos ainda que a maioria da população da Grande Vitória (assim como em todo Brasil) ainda é de baixa renda e baixa escolaridade, podemos concluir que o discurso do desenvolvimento sustentável ainda está longe de ser uma prática disseminada na população.

Soma-se a essa conclusão o fato de que as pessoas ainda não se conscientizaram que possuem um importante papel nesse processo. A pesquisa corrobora essa afirmação, uma vez que aponta para o fato de que as pessoas não se acham responsáveis pelos problemas sócio-ambientais atuais. Ou seja, para transformar o belo discurso da sustentabilidade em práticas sustentáveis, ainda é preciso percorrer um longo caminho, que pode começar pelo engajamento da população na identificação dos problemas e das soluções possíveis.

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A data foi importada dos Estados Unidos por um publicitário na década de 50 e se transformou nisso aí, um misto de ritual com obrigação:
“Consumidores lotam a região da rua 25 de Março, em São Paulo, para fazer compras na véspera do Dia dos Pais” Folha on line

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sexta-feira, agosto 10, 2007

Nostalgia?!

E não é que fiquei nostalgica quando vi que a passarela não existe mais! ou será carência? Pois é, ontem estive na UFES e as boas lembranças ficaram misturadas assim como aquele canteiro de obras em que se transformou a Av. Fernando Ferrari. Fiz questão de dar uma volta completa ao redor do campus, ver as árvores que cresceram, alguns espaços bem cuidados, outros decadentes, cartazes da greve dos funcionários, as expressões dos estudantes, a constatação do tempo que passou ... enfim, um turbilhão de sensações.

imagem: olga gouveia - devaneios no feminino


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segunda-feira, agosto 06, 2007

Carência.

Será carência de história?
Ontem e hoje de manhã, abrindo páginas de jornais digitais vi um monte de gente já com saudades da passarela da UFES. "Um marco da história....", "Primeira de concreto protendido...Eu respeito! respeito, mas aposto que esse povo nunca atravessou o marco da história... 34 anos!! Só? Eita resistência pra mudar!!

O caso é que em projetos arquitetônicos e urbanísticos isso acontece com frequência. E por conta de uma coisa com um valor afetivo duvidoso (valor afetivo pode ser duvidoso?) algumas "melhorias" ( não estou sendo desenvolvimentista) nas cidades não são realizadas prevalencendo o discurso saudosista.
Tudo o que foi feito no passado, mesmo que não tão distante é tido como melhor...estranho, estranho...
E viva a demolição da passarela! Tenho certeza que os estudantes da UFES aprovaram.
"Às 7h54 da manhã de ontem, veio ao chão a passarela de pedestres que dava acesso à Universidade Federal do Espírito..." (ai coitada!)
E nada mais útil que os números da demolição:

12 homens trabalharam diretamente na operação das máquinas.
10 caminhões realizaram o transporte de todo o entulho.
180 toneladas aproximadamente era o que pesava a passarela
15 a 20 viagens foram necessárias para retirar os entulhos da pista (nossa!!!)

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domingo, agosto 05, 2007

Neuron














O Sono e os sonhos
Drauzio Varella, Folha SP 04/0707
"Somos animais que hibernam à noite. Nessas horas em que os músculos repousam, milhões de neurônios em ação coordenada disparam estímulos elétricos para o cortex, a camada mais superficial do cérebro, responsável pelas características intelectuais que nos distinguem das lagartixas (...) Enquanto dura o sono, o cérebro é incapaz de distingui-lo da realidade. Por isso, o sistema toma a precaução de desligar o comando da musculatura, assim que o corpo adormece. (...) Essa incapacidade cerebral de reconhecer a experiência onírica como fantasia intrigou egípicios, gregos, Freud e uma multidão de interpretadores dos sonhos como fenômeno asssociados à premonição ou aos mistérios do subconsciente (...) Na seleção natural, teriam levado vantagem os animais que desenvolveram a habilidade de sonhar, esteja ela associada ao aprimoramento das memória ou ao alívio da tensão sobre as sinapses para que elas possam funcionar melhor no dia seguinte ."
Até amanhã ...

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Ser


Deleuze e Guatari
"Um rizoma não começa nem conclui, ele se encontra sempre no meio, entre as coisas, interser, intermezzo. A árvore é filiação, mas o rizoma é aliança, unicamente aliança. A árvore impõe o verbo "ser", mas o rizoma tem como tecido a conjunção "e ... se..." Há nesta conjunção força suficiente para sacudir e desenraizar o verbo ser. Entre as coisas não designa uma correlação localizável que vai de uma para a outra e reciprocamente, mas uma direção perpendicular, um movimento transversal que as carrega uma e outra, riacho sem início nem fim, que rói suas duas margens e adquire velocidade no meio."

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Alice Gomes Martins

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Amanda Gomes Martins

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sábado, agosto 04, 2007

?!


Folha de SP, hoje

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sexta-feira, agosto 03, 2007


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quarta-feira, agosto 01, 2007

A Marcha da Insensatez

Charge - jornal A Gazeta de hoje.

Coluna Econômica – 01/08/2007

Essa atoarda da chamada grande mídia em relação à situação do país está extrapolando os limites do razoável.

Faço parte do grupo de analistas que julga que o país está perdendo a maior oportunidade da história. Falta plano de vôo, pensamento estratégico, sucumbiu-se aos desígnios do mercado, deixou-se iludir e não se aproveitaram as oportunidades extraordinárias trazidas pelo boom da China.

Mas não é disso que os grandes jornais se queixam. Pelo contrário, têm aprovado incondicionalmente essa política econômica que permitiu aos detentores de capitais, nesse primeiro semestre, um dos maiores ganhos da história, e que continuou consumindo parcela expressiva do orçamento público em detrimento dos investimentos.

***
No entanto, desde... o acidente com o avião da TAM - que, ao que tudo indica em decorrência de problemas técnicos e/ou falha humana - parece que nada funciona no país. Como assim?

É facílimo manipular a opinião pública, ainda mais quando se juntam veículos com poder de mercado.

Se se quiser medir o poder de manipulação da informação, montem-se dois grupos de leitores. Alimente-se o primeiro com noticiário exclusivamente negativo. Não precisa ir muito longe. Se um brigadeiro diz que a pista de Cumbica está ruim, e todas as associações de pilotos e usuários dizem que não, dê destaque apenas à declaração do brigadeiro. Em cada Ministério será possível encontrar falhas que, colocadas em manchetes, joguem quaisquer méritos para segundo plano.

Ao segundo grupo, forneça apenas notícias positivas. Fale dos superávits da balança comercial, como se nada tivesse a ver com efeito-China. Celebre a apreciação do câmbio, como se fosse sinal de saúde da economia. Mostre o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o PAC da Tecnologia, o PAC da Saúde, o PAC da Educação. Destaque os recordes sucessivos do setor imobiliário, o bom desempenho da indústria de máquinas e equipamentos, e esconda todos os setores que estão sendo dizimados pelo câmbio.

O primeiro grupo achará que tudo está perdido e o segundo que o país está à beira do paraíso. Toda essa diferença em cima de uma mesma realidade, valendo-se apenas do poder de manipulação da informação.

***

Quando se tem equilíbrio, se mostra o certo e o errado, passa ao leitor objetividade e, ao governo, pressão certa. Analisa-se um problema localizado e cobra-se a sua solução.

Quando se cria essa zorra em que, aparentemente, nada funciona, a intenção não é resolver nada. Ao leitor desnorteado por tantos problemas apresentados simultaneamente, sem nenhuma proposta de solução, a única alternativa que ocorre é mudar tudo. Como? Pedindo a cabeça do responsável maior pelo suposto caos: o Presidente da República.

Aí se geram dois efeitos simultâneos, ambos radicalizantes. De um lado, um público indignado, querendo a cabeça do presidente. Do outro, um público indignado, querendo o fígado da mídia.

Pior: quando a crítica ao Lula extrapola e assume ares de campanha sistemática, desarma todas as críticas relevantes que deveriam ser feitas aos inúmeros problemas reais que existem na administração pública.

Até onde irá essa marcha da insensatez, não sei.

Para incluir na lista Coluna Econômica

enviada por Luis Nassif
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