Angela Gomes
 
 
 

sexta-feira, novembro 30, 2007

Vejam lá:

http://www.cicloambiental.com/


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quinta-feira, novembro 29, 2007

Chicow

http://expurgacao.wordpress.com/


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quarta-feira, novembro 28, 2007

Brincos


Não resisti e publico aqui uma parte da mensagem da Vânia vaniavelloso@terra.com.br sobre o projeto Brincos:

"Estou montando um projeto de arte sobre brincos perdidos...Toda mulher, não sei porque, guarda o outro brinco e quero fazer uma homenagem aos milhares de brincos que ficam solteiros...


Se vcs. quiserem e puderem ceder, tragam para mim ou me informem onde poderei buscar. Peço que coloquem os nomes para que eu possa colocar no projeto. As muitas mulheres que perdem brincos. Se puderem tb conseguir de outras que tenham perdido e queiram ceder, seria bom.
Repassem para amigas que me conhecem ou não ....e, qq coisa podem entrar em contato comigo (...)
"


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quorum

http://www.institutoquorum.org.br/contato.html


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terça-feira, novembro 27, 2007

Arne Quinze

http://www.arnequinze.tv/#/en/project/mutagenesis

http://www.abitareiltempo.it/Dynamic/Anteprima.php?intCategoryID=91


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segunda-feira, novembro 26, 2007

além dos aloprados ...



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domingo, novembro 25, 2007

"O paciente"

http://www.renatopontello.blogspot.com/



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sábado, novembro 24, 2007

Granta



“A mais célebre e influente revista literária de língua inglesa da atualidade ganha, agora, sua primeira edição brasileira.Granta, publica contos, trechos de novos romances e reportagens de fôlego, seguindo duas normas principais: os textos precisam ser inéditos e, é claro, excepcionais. Por suas páginas já passaram escritores do porte de Mario Vargas Llosa, J. M. Coetzee, Primo Levi, Ian McEwan, Margaret Atwood, Susan Sontag, Paul Theroux e Arthur Miller”

Fonte: siciliano.com.br


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customização

http://www.maxhaus.com.br/



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quinta-feira, novembro 22, 2007

V Fórum Regional de Comunicação - FOCO

"Mídia e subjetividade é um debate indispensável aos profissionais da comunicação. Passamos por alterações constantes e intensas no modo como nos comunicamos e na relação de subjetividade humana, em meio à grande necessidade de compartilhar, acelerar e fazer circular conteúdo e informação.
O V Fórum Regional de Comunicação - FOCO abordará neste ano o tema: “Mídia e subjetividade: conflitos e parcerias na produção da comunicação”.Serão cinco dias de palestras com mais de 20 convidados que tratarão diversas temáticas ligadas ao tema central. No período da tarde, como nas edições anteriores, serão realizadas oficinas e, ainda, uma mostra de filmes executáveis".

http://www.focoufes.com.br/


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alfabeto

http://cadernodedesenhos.blogspot.com/


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quarta-feira, novembro 21, 2007

Restauro e revitalização


Foto de uma livraria no centro medieval de Como, norte da Itália.

O edifício com estrutura de madeira e paredes de tijolinho, localizado numa praça no centro da cidade, ainda nos dias atuais é ativo e cumpre uma função. O projeto de restauro mantém a fachada original da antiga casa, recupera a estrutura em madeira, substitui as janelas, que recebem vidros duplos e venezianas e localiza no centro do edifício uma escada estruturada em aço, com piso em pedra e parapeito em vidro, possibilitando que umadas livrarias mais famosas do país possa ter ali uma de suas filiais.

Ao ver esse cenário, me lembro sempre do centro de Vitória. Com uma grande movimentação de pessoas e de veículos durante todo o dia, grande atrativo econômico com um mercado popular e belas praças e monumentos, mas infelizmente, com tantos edifícios ecléticos e de grande importância histórica vazios e apodrecendo. Pouco a pouco o centro de Vitória está se transformando. Vimos a reforma de parte do mercado da Vila Rubim, o restauro de algumas fachadas ecléticas, melhorias na iluminação de monumentos.... mas ainda falta muito.

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terça-feira, novembro 20, 2007

20 de novembro


"Zumbi, símbolo da resistência negra.
Vinte de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra. A data - transformada em Dia Nacional da Consciência Negra pelo Movimento Negro Unificado em 1978 - não foi escolhida ao acaso, e sim como homenagem a Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência negra, assassinado em 20 de novembro de 1695.
O Quilombo dos Palmares foi fundado no ano de 1597, por cerca de 40 escravos foragidos de um engenho situado em terras pernambucanas. Em pouco tempo, a organização dos fundadores fez com que o quilombo se tornasse uma verdadeira cidade. Os negros que escapavam da lida e dos ferros não pensavam duas vezes: o destino era o tal quilombo cheio de palmeiras.
Com a chegada de mais e mais pessoas, inclusive índios e brancos foragidos, formaram-se os mocambos, que funcionavam como vilas. O mocambo do macaco, localizado na Serra da Barriga, era a sede administrativa do povo quilombola. Um negro chamado Ganga Zumba foi o primeiro rei do Quilombo dos Palmares.
Alguns anos após a sua fundação,o Quilombo dos Palmares foi invadido por uma expedição bandeirante. Muitos habitantes, inclusive crianças, foram degolados. Um recém-nascido foi levado pelos invasores e entregue como presente a Antônio Melo, um padre da vila de Recife.
O menino, batizado pelo padre com o nome de Francisco, foi criado e educado pelo religioso, que lhe ensinou a ler e escrever, além de lhe dar noções de latim, e o iniciar no estudo da Bíblia. Aos 12 anos o menino era coroinha. Entretanto, a população local não aprovava a atitude do pároco, que criava o negrinho como filho, e não como servo.
Apesar do carinho que sentia pelo seu pai adotivo, Francisco não se conformava em ser tratado de forma diferente por causa de sua cor. E sofria muito vendo seus irmãos de raça sendo humilhados e mortos nos engenhos e praças públicas. Por isso, quando completou 15 anos, o franzino Francisco fugiu e foi em busca do seu lugar de origem, o Quilombo dos Palmares.
Após caminhar cerca de 132 quilômetros, o garoto chegou à Serra da Barriga. Como era de costume nos quilombos, recebeu uma família e um novo nome. Agora, Francisco era Zumbi. Com os conhecimentos repassados pelo padre, Zumbi logo superou seus irmãos em inteligência e coragem. Aos 17 anos tornou-se general de armas do quilombo, uma espécie de ministro de guerra nos dias de hoje.
Com a queda do rei Ganga Zumba, morto após acreditar num pacto de paz com os senhores de engenho, Zumbi assumiu o posto de rei e levou a luta pela liberdade até o final de seus dias. Com o extermínio do Quilombo dos Palmares pela expedição comandada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, em 1694, Zumbi fugiu junto a outros sobreviventes do massacre para a Serra de Dois Irmãos, então terra de Pernambuco.
Contudo, em 20 de novembro de 1695 Zumbi foi traído por um de seus principais comandantes, Antônio Soares, que trocou sua liberdade pela revelação do esconderijo. Zumbi foi então torturado e capturado. Jorge Velho matou o rei Zumbi e o decapitou, levando sua cabeça até a praça do Carmo, na cidade de Recife, onde ficou exposta por anos seguidos até sua completa decomposição.
“Deus da Guerra”, “Fantasma Imortal” ou “Morto Vivo”. Seja qual for a tradução correta do nome Zumbi, o seu significado para a história do Brasil e para o movimento negro é praticamente unânime: Zumbi dos Palmares é o maior ícone da resistência negra ao escravismo e de sua luta por liberdade. Os anos foram passando, mas o sonho de Zumbi permanece e sua história é contada com orgulho pelos habitantes da região onde o negro-rei pregou a liberdade".
Fonte: Dpnet.com.Br

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domingo, novembro 18, 2007

público e privado

http://www.youtube.com/watch?v=CLUAbkRUvVQ&eurl=http://www.alex3d.de

Considero a TV um símbolo perfeito para ilustrar a discussão sobre espaços públicos e privados, tema da Bienal de Arquitetura que acontece em São Paulo. Experimentem ver as propagandas dos novos condomínios residenciais. Do "espaço mulher" ao "jardim zen", o discurso passa sempre pela segurança e, mais recentemente, pela valorização do meio ambiente, da felicidade da vida ao "ar livre". A cidade "aberta", viva, sem fronteiras, representa uma ameaça. O fogão, agora elevado a categoria de "espaço gourmet", juntamente com TV e o computador, caracterizam bem esse discurso. Mas até quando vamos conseguir ficar confinados em condomínios totalmente planejados, sem a diversidade típica de uma cidade ?

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sábado, novembro 17, 2007

Mercatto Donna Lôra


Para quem ainda não conhece, vale conferir o mix de moda, arte, design, bar e música, que acontece aos sábados, das 14:00 às 22:30, no "Jardim Secreto" de Ludmila Perim.
Rua Moacir Avidos, 47 - Praia do Canto - anexo Casa Rosa - (27) 3227-3380

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sexta-feira, novembro 16, 2007

Chove chuva, chove sem parar ...



Enfim, a chuva chegou! Já estava na hora, tudo super seco, muitas partículas em supensão no ar, um horror. A água é fundamental para reduzir o nível de poeira, inclusive o chamado pó preto, aquele nosso conhecido pó de minério, que persiste apesar dos precipitadores eletrostáticos instalados na área industrial. No auge da seca minha filha sugeriu criar uma vassoura com imãs para facilar a limpeza básica doméstica.

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É descansando que se vai longe


Verônica Mambrini
Digestivo Cultural
São Paulo, 12/11/2007
No meu último feriado, a última coisa que fiz foi descansar. Tinha uma penca de livros para ler, amigos para encontrar, projetos para discutir, bagunças para arrumar, textos para escrever, visitas para receber, pesquisas para terminar. O tempo foi escorrendo de mansinho e me peguei no domingo à noite, jogada no sofá com o laptop no colo e a tevê ligada, mais ou menos prestando atenção nas reportagens. A tela, no colo, brilhava em páginas sobre "ócio criativo". Sempre lembro dessa expressão quando estou absolutamente esgotada e sem forças para fazer mais nada de interessante. E nesse fim de feriado em particular, de quebra, estava desanimada. Tinha que escrever justamente sobre eles, os feriados. Não saía nada que prestasse. Cansada, larguei o texto e fui dormir.

No dia seguinte, o sociólogo italiano Domenico De Masi, autor da teoria do ócio criativo, acabou por responder ao meu pedido de entrevista... Simpático, com uma voz extremamente jovial e que em nada lembra acadêmicos rançosos tradicionais, ele me conta que feriado, na História, é sinônimo de festa. Na Atenas de Péricles os dias festivos eram quase tão numerosos quanto os de trabalho. “Ainda assim, Atenas, que tinha 60.000 cidadãos livres e 250.000 escravos, produziu mais arquitetura, escultura, poesia, filosofia, historiografia e teatro do que praticamente qualquer outra cidade do mundo”, diz De Masi.

Eram muitas, muitas festividades. Para todos os deuses e todos os gostos. A vida produtiva da cidade parava e os atenienses começavam seus feriados em julho com as festas Saturnais, às quais se seguiam as Synoikia, que comemoravam a unificação política da região da Ática. Logo depois, vinha o Panateniense, uma festança em que a população toda, e não só os cidadãos, podia participar, em homenagem à padroeira da cidade (sim, eles paravam tudo em nome do Pan!). Em setembro se celebrava os Mistérios de Elêusis, cerimônias de iniciação ligadas a Deméter (protetora da agricultura) e sua filha Perséfone, além das festas para Apolo, deus da cura, das doenças e também das profecias.

Aí vinha o mês mais rico em festividades, outubro: os rituais e as procissões em honra a Dionísio, mais três dias de Tesmofórias (de novo, Deméter... ô deusa festeira), e outros três dias de festas cívicas em honra a Zeus e Atena. À Atena operária eram dedicados os festejos que fechavam o mês. Durante todo o inverno corriam as procissões solenes em honra a Dionísio, chamadas Faloforias. Como o nome sugere, o símbolo principal da festa era um falo enorme de madeira, que representava a força vital. Janeiro era o mês dos casamentos, com mais festas. Em fevereiro: a Antesteria em honra ao deus do vinho, e mais festa, a Cloia, em honra a Deméter (ela realmente está em todas!). Nesse mesmo mês, aconteciam as Diasias em honra a Zeus. Em março, vinha a primavera, celebrada nos ritos para Atena e mais uma festa chamada Grande Dionísio (outro que não fica atrás em termos de agito) que durava cinco dias consecutivos com apresentações de ditirambo (canto coral grego), comédias e trilogias (seqüências de teatro de três peças). Em abril era a festa de Muníquia, em honra a Artemísia. Em maio se celebrava o Targelie, para Apolo. Junho, último mês do ano ateniense, tinha três grandes festas. Ufa! É muita festa, mas não acaba aí. "Nos meses que não mencionei, havia celebrações menores mas não menos numerosas e festivas", completa De Masi.

O sociólogo italiano conta ainda que as comemorações incluíam atletismo, concursos líricos, musicais, dramáticos e de beleza. Durante o Grande Dionísio, todos os atenienses assistiam ao ditirambo e a pelo menos 15 óperas teatrais, com cerca de vinte mil versos recitados e cantados. "Não se tratava, porém, da preguiça improdutiva que caracterizava as atuais 'férias de gerente': era uma reflexão alegre, da qual surgiu uma das maiores civilizações de todos os tempos. Se tratava do ócio elevado à arte." E assim era também como a Florença renascentista, cidade de 19.000 habitantes que produziu pintura, escultura, palácio, igrejas, poesia e sabedoria incomparáveis. "Também na Viena do início dos 1900, Otto, Wagner e Hoffmann, Freud e Musil, Klimt e Mahler, passavam a maior parte de seu tempo no maravilhoso Caffè Liberty, onde foram geradas algumas das obras mais extraordinárias do século passado".

A essa altura, minha culpa pelos feriados "improdutivos" já foi para o espaço. “Na atividade criativa, estudo, trabalho e tempo livre coincidem e se confundem. Como no carnaval do Rio, onde se produz simultaneamente riqueza, aprendizado e felicidade", diz De Masi. E quando a pessoa detesta seu trabalho? E quando o trabalho é massacrante e esgota o trabalhador? Nesse caso, o professor italiano critica a massificação do tempo livre: o lazer vem pronto, numa torrente de eventos culturais e de entretenimento que pode ser tão massificante e opressiva quanto o tempo de labor. "Hoje, por sorte, dois terços dos trabalhadores desenvolvem tarefas intelectuais de caráter flexível ou criativo. Para parte deles, é possível evitar a separação das atividades industriais com que se produz riqueza, das de escritório com que se produz saber e das lúdicas com que se produz bem-estar e alegria. Isso é o que eu chamo de 'ócio criativo'.”

Aos trabalhadores que dependem de um ofício manual, repetitivo e cansativo e para empregados que desenvolvem tarefas burocráticas, Di Masi recomenda aproveitar as pausas prolongadas para o descanso físico, o divertimento intelectual, os relacionamentos sociais e o amor. Os que têm trabalhos intelectuais flexíveis e criativos não devem separar os dias entre trabalho e descanso. "Dia e noite, trabalho e vida devem ser dedicados sempre e só ao ócio criativo: o mix de estudo, trabalho e lazer." Ok, não é tão simples assim. O mercado de trabalho, mesmo para empregos maçantes (às vezes até degradantes) é extremamente competitivo e difícil. Mas que essa teoria dá uma pontinha de ânimo, dá. Ela é o desdobramento de uma mais antiga: a de que a mecanização e a tecnologia aplicadas à atividade produtiva permitiriam que as pessoas tivessem mais tempo livre. O que se vê, na prática, é que parte do serviço braçal é, de fato, ocupado por máquinas. Mas a força produtiva foi parar em subempregos, ou nem isso. Uma outra parcela se realocou nos trabalhos intelectualmente mais interessantes. O que não diminui o valor de um modelo que preza tanto a produtividade como a essência humana de quem produz.

"Eu não teria medo de dias de festa. Nos dias de trabalho se produz e nos dias de festa se consome. A economia atual precisa tanto de produção quando de consumo. Além disso, no dias livres se pensa, se conhece pessoas novas, se assiste a espetáculos mais estimulantes", diz o sociólogo.

Ai, que bom, De Masi. Assim eu fico mais animada com meus feriados.

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quinta-feira, novembro 15, 2007

pilobolus


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photosynth

http://labs.live.com/photosynth/whatis/




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Niemeyer

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/11/071115_niemeyerespanhaebc.shtml


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domingo, novembro 11, 2007

petroleo e politica=eleições 2008




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quinta-feira, novembro 08, 2007

uma questão de escala ...


Planeta a 41 anos-luz da Terra pode abrigar vida
Neil Bowdler
Fonte: BBC Brasil
Astrônomos nos Estados Unidos dizem ter encontrado um novo planeta em órbita de uma estrela que está a 41 anos-luz da Terra. A descoberta eleva para cinco o número de planetas que orbitam a estrela, 55 Cancri - o maior número de planetas encontrado em um único sistema solar fora do nosso. Ela fica na constelação de Câncer.
Os astrônomos já encontraram mais de 250 planetas fora do sistema que habitamos ... O novo planeta tem cerca de 45 vezes a massa da Terra. Os astrônomos acreditam que as temperaturas na superfície são amenas e que, se ele tiver em sua órbita uma lua rochosa, em teoria, o planeta pode conter água na forma líquida.
Sistema parecido
Os pesquisadores dizem que o sistema de cinco planetas tem muitas semelhanças com o nosso próprio sistema. Os planetas estão na órbita de uma estrela de idade e massa semelhantes à do nosso Sol e o sistema também tem um planeta grande, com quatro vezes a massa de Júpiter, em órbita similar à dele.
O que eles ainda não descobriram foi um planeta rochoso, como a Terra ou Vênus. Mas isso, de acordo com Geoff Marcy, da Universidade da Califórnia, que liderou a pesquisa, é só uma questão de tempo e tecnologia. "Há um vão intrigante e misterioso entre o quarto planeta em volta de 55 Cancri e o planeta semelhante a Júpiter que fica mais distante", afirmou Marcy.
"Naquele vão, nós não sabemos o que há. Nossa atual tecnologia poderia detectar planetas grandes como Netuno, Saturno e Júpiter. Nós não vemos nenhum deles." "Então, se há planetas lá, eles devem ser menores, do tamanho da Terra."
"Na verdade, é um pouco difícil imaginar que não exista nada naquele vão grande. Então a sugestão é que deve haver planetas rochosos pequenos, como Vênus, Marte ou a Terra."
Nenhum destes planetas pode na verdade ser visto - os astrônomos usam pequenas oscilações no movimento da estrela para detectar a presença de planetas na medida em estes que realizam sua órbita.
Mas pode-se ver a estrela - 55 Cancri - com facilidade, usando apenas binóculos, numa determinada época do ano e quando o céu está claro à noite.

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quarta-feira, novembro 07, 2007

mengo!


Agora é assim: além das luzes, no natal você pode ter uma árvore customizada ...

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terça-feira, novembro 06, 2007

7a BIA

http://bienalsaopaulo.globo.com/fundacao/noticias/noticias_evento.asp?IDNoticia=134



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free + vegans = freegans


por Margarida Cuzzuol
São Paulo, Domingo, o4 de Novembro de 2007
Folha de SP - Mundo
"Freegans" vivem de lixo para reverter desperdício
Movimento que prega existência frugal e combate consumo ganha força nos EUA
Sob filosofia da reciclagem e reaproveitamento, adeptos evitam compras e coletam alimentos jogados fora por mercados e restaurantes
DENYSE GODOY, de NOVA YORK
Eles podem representar os primórdios ou o futuro da humanidade. Os freegans -"free" (livre ou grátis) + "vegan" (vegetariano)- valorizam o senso de comunidade e obtêm os meios para sua subsistência principalmente da coleta. Em um momento de grande preocupação com a ameaça aos habitantes do planeta que a mudança climática apresenta, e sendo o estilo de vida dos homens apontado como o grande responsável, a filosofia freegan, que nasceu nos EUA em meados da década de 1990, tem ganhado mais força e adeptos.
"Eu estava com mais ou menos 17 anos quando decidi me recusar a participar desse sistema de grandes corporações que exploram o trabalho alheio, do hábito de consumir por consumir, da extrema competição entre as pessoas. Resolvi não compactuar com o capitalismo", explica Adam Weissman, 29, um dos líderes dos freegans em Nova York. Ao menos uma vez por semana eles se encontram nas ruas da rica Manhattan para conseguir alimentos. E, já que a palavra comprar não faz parte do seu vocabulário, a tática que lhes resta é o chamado "dumpster diving" -um mergulho exploratório no lixo.

Mergulho

Às 21h30 da última quinta-feira, temperatura na casa dos 10º C, um grupo de doze ativistas estava posicionado em frente a uma loja da rede de supermercados D'Agostino na Terceira Avenida. Após os veteranos explicarem aos novatos que não se deve fazer muita bagunça nem atrapalhar o trânsito dos pedestres, todos se atiram aos grandes sacos de lixo transparentes à espera de recolhimento pelo serviço municipal.
Embalagens de verdura, bandejas de morangos, pencas de banana, maços de brócolis, uma caixa de ovos, um vidro de mostarda, potes de iogurte de soja, bandejas de cogumelo shitake. Dos produtos industrializados, quase tudo está com a validade prestes a expirar ou ligeiramente vencida. No caso das frutas, algumas se mostram maduras demais, porém perfeitamente comestíveis. Se não servem mais para a venda no supermercado, cabem nas geladeiras, nos armários e na ideologia nos freegans.
"É absurdo que se desperdice tanta comida enquanto milhões de pessoas no mundo passam fome. O descarte de coisas boas para as substituir rapidamente por itens novos é uma parte abominável da nossa cultura", comenta o mecânico de bicicletas voluntário Quinn Hechtkopf, 24. Ele aderiu ao movimento em fevereiro e, apesar do pouco tempo de prática, exibe bastante habilidade na hora de escolher o que vai levar para casa. Orgulhoso, aponta para a cesta cheia da sua bicicleta: "Divido um apartamento com mais seis pessoas e sou o responsável pela alimentação. O que consigo no lixo é mais do que suficiente para todos nós".
Conteúdos devidamente vasculhados, os sacos são amarrados de novo. A próxima parada é uma lanchonete especializada em bagels, pão salgado no formato de uma rosquinha gigante típico dos EUA. "Jogam fora tudo o que não comercializam no dia", diz Christian Gutierrez, 34, ao abrir um saco repleto deles. Quando indagado sobre o que faz para viver, ele não titubeia: "Sou freegan, ué".
O mergulho no lixo é apenas uma parte da doutrina. Os ativistas utilizam estratégias alternativas para viver, participando o mínimo possível da economia e gastando pouco -o que quer dizer também consertar, reformar, reciclar, trocar, usar meios de transporte não poluentes ou pegar carona, transformar prédios abandonados em lar e trabalhar menos ou adotar o desemprego voluntário. Gutierrez segue à risca.
"Não sofro com estresse nenhum, não preciso me preocupar. Sou verdadeiramente livre." E o lazer? "Pego livros de graça na biblioteca. E achamos muitos CDs e DVDs no lixo."
Para ir ao cinema, ele tem uma técnica. "Ou entro pela porta de saída ou então pego um copo de refrigerante e um saco de pipocas usado, abraço minha namorada, finjo que estou falando no celular e vou entrando. Ninguém me pede ingresso. Faço isso várias vezes por semana", conta, arrancando gargalhadas dos demais.
Alguns passantes, curiosos, fazem perguntas e recebem panfletos. Kelly Simon, 23, estudante de antropologia, alerta: "admiro o esforço dos ecologistas, mas não está certo, pois sugerem mudanças dentro do cenário já existente". "Para evitar uma catástrofe ambiental, é necessário ir além e adotar um modelo de vida verdadeiramente simples."

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segunda-feira, novembro 05, 2007



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domingo, novembro 04, 2007

amuletos

http://www.museunacional.ufrj.br/


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sexta-feira, novembro 02, 2007

cowriocas


http://rio.cowparade.com/



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Rios Voadores: Gérard e Margi Moss


http://www.richards.com.br/expedicoes/




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