Angela Gomes
 
 
 

sábado, maio 31, 2008

Para sair da apatia

Antonio Negri e Giuseppe Cocco

http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/


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imagem roubada do Peter Ribon ...

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sexta-feira, maio 30, 2008

apropriação do espaço

Praça do papa para Leonei, estudante da ufes, é isso aí ...

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quinta-feira, maio 29, 2008

tabajara system















Sistema canela verde de construção ...

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terça-feira, maio 27, 2008

QUINTA-FEIRA, 29/05



O que está acontecendo no curso de Arquitetura e Urbanismo - UFES, CEMUNI III.
Participem, debatam, opinem !

"Em reunião de departamento realizada na semana passada, nós alunos conseguimos um espaço aberto para discussão com os professores a ser realizada no pátio do nosso CEMUNI 3, na 5ª feira, dia 29/05, às 16h...." habitantes do cemuni III

saiba mais:

http://habitantesdocemuni3.blogspot.com/

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segunda-feira, maio 26, 2008

na paz ...






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sábado, maio 24, 2008

Comida*




















*Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Sérgio Britto
bebida é água.
comida é pasto.
você tem sede de quê?
você tem fome de quê?
a gente não quer só comida,
a gente quer comida, diversão e arte.
a gente não quer só comida,
a gente quer saída para qualquer parte
a gente não quer só comida,
a gente quer bebida, diversão, balé.
a gente não quer só comida,
a gente quer a vida como a vida quer ...

bebida é água.
comida é pasto.
você tem sede de quê?
você tem fome de quê?
a gente não quer só comer,
a gente quer comer e quer fazer amor.
a gente não quer só comer,
a gente quer prazer pra aliviar a dor.
a gente não quer só dinheiro,
a gente quer dinheiro e felicidade.
a gente não quer só dinheiro,
a gente quer inteiro e não pela metade.
bebida é água.
comida é pasto.
você tem sede de quê?
você tem fome de quê?


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sexta-feira, maio 23, 2008

nova regulamentação publicitária



www.vitoria.es.gov.br/diario/2008/0521/publicidade.asp

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quinta-feira, maio 22, 2008

NYC




















www.nelmaguimaraes.com
Jarina, Simone, Telma ... Matheus, família talentosa!

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revival
















Rê Bordosa - Angeli

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sábado, maio 17, 2008

dog














Sábado. Fiz um percurso de Vila Velha até a Serra onde fotografei esse autêntico vira-lata dormindo no chão de uma marmoraria, sem se importar com o barulho. No caminho contei uns dez lançamentos imobiliários: Villages, Moradas, Towers, Chacarás, Aldeias e outras coisas mais. O que me impressiona é a voracidade dos lançamentos imobiliários e a estratégia ridícula de colocar as pessoas nos sinais (semáforos para os paulistas) distribuindo folders, vestidas com roupas e perucas coloridas e fluorescentes. Só faltou a melancia amarrada no pescoço!

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sexta-feira, maio 16, 2008

C3



http://habitantesdocemuni3.blogspot.com/

from Bruno Bowen


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quinta-feira, maio 15, 2008

120 anos de abolição e ainda lutamos por ela

"O discurso dos adversários das cotas não se caracteriza exatamente pela coerência. Primeiro, quando as cotas são constituídas a partir de uma lei estadual - aprovada por quase a unanimidade dos representantes do povo – sancionada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, os adversários defendem a autonomia universitária e recorrem à Justiça; quando essas medidas são adotas por conselhos universitários no uso de sua autonomia, eles novamente recorrem à Justiça. Dizem reconhecer que os negros são discriminados – portanto, identificáveis–, mas afirmam que não é possível identificá-los para fins de ação afirmativa. Argumentam enfaticamente que raça não existe, mas defendem a “democracia racial” (?) e a “miscigenação”, ou seja, a mistura das mesmas raças que sustentam não existirem. Ao mesmo tempo, negam que a miscigenação é uma multiplicidade de cores, de conhecimentos, de possibilidades criativas. Dizem que a educação é a solução, mas não se engajam com o mesmo vigor nas campanhas pela melhoria do ensino público e se mobilizam contra a democratização do ensino superior”.

Retirado do blog do Fabio Malini, lá vocês podem encontrar o Manifesto Pró-cotas.
http://fabiomalini.wordpress.com/2008/05/14/120-anos-de-abolicao-e-ainda-lutamos-por-ela/

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parada tensa




















Saída de Marina Silva do ministério do Meio Ambiente foi estranha, tensa e com repercussões negativas.
imagem: folha on line

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quarta-feira, maio 14, 2008

Fortaleza da Solidão*


Num dos números da revista piauí existe um artigo que fala sobre o Museu Iberê Camargo, em Porto Alegre, projeto do arquiteto Álvaro Siza.

A matéria é do arquiteto Fernando Serapião e conta as duas vidas por suas obras, a do artista Iberê Camargo e a do arquiteto Álvaro Siza, as duas com o mesmo peso - talvez seja resposta à discussão de que os Museus-espetáculos acabam silenciando as obras que abrigam.

Aqui a tendência é para um dos lados. Num trecho sobre o arquiteto e principalmente a arquitetura, Fernando Serapião divide a arquitetura contemporânea e os arquitetos em categorias:
"Os astros da arquitetura podem ser divididos em duas alas. Há a dos arautos da arquitetura-espetáculo, como Gehry, o holandês Rem Koolhaas (que fez o Guggenheim de Las Vegas) e Jean Nouvel (Museu Branly, em Paris). E há a dos silenciosos, onde se inclui Siza, o japonês Tadao Ando (Museu de Arte Moderna de Fort Worth, no Texas) e o italiano Renzo Piano (Centro Pompidou, em Paris)."

O que me chama atenção no trabalho do Siza, não é tanto o silêncio, mas o silêncio que o permite fazer ouvir.
O trabalho dele é de escuta, a cada sítio uma nova postura, um olhar novo. Para arquitetos como Siza a verdade não é o reflexo de uma estrutura eterna e fechada do real e sim uma mensagem que é construída cada vez que são chamados a darem uma resposta.

Essa forma aberta de lidar com a profissão exige mais do que postura silenciosa, ouvidos aguçados.
Consta que o Museu será inaugurado nesse mês de maio. Vontade de ver!
*Fortaleza da Solidão é título do artigo da Revista piauí - nº 9.
As fotos deveriam ter créditos, mas confesso que não sei de onde as tirei, peço licença aos autores e se identifiquem caso algum dia a internet os traga a este blog.

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Filosofia da Caixa Preta

O fotógrafo lambe-lambe
Foto de: Claus Lehmann



Filosofia da Caixa Preta

Tenho lido autores que falam sobre o domínio das imagens na “contemporaneidade”, Debord, Baudrillard, Santaella...
Ultimamente ando seguindo os passos de Vilém Flusser que tem a capacidade de dizer o muito repetido de uma forma inédita, clara, óbvia. Talvez porque ele mesmo tenha dito que acreditava antes na superfície do que na profundidade das coisas.

Um pequeno trecho da Filosofia da Caixa Preta:

"Tudo, atualmente, tende para as imagens técnicas, são elas a memória eterna de todo empenho. Todo ato científico, artístico e político visa eternizar-se em imagem técnica, visa ser fotografado, filmado, videoteipado. Como a imagem técnica é a meta de todo ato, este deixa de ser histórico, passando a ser um ritual de magia."

Há algum tempo escrevi um artigo relacionado a assunto olhando para a arquitetura:
www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc181/mc181.asp

A Caixa Preta foi escrito em 1983, quando ainda não existiam blogs, photologs ou sites de relacionamento.

Na Filosofia da Caixa Preta e no Mundo Codificado Flusser divide o percurso das imagens em três épocas: pré-história, história e pós-história.
Para ele a pré-história é o mundo da imagem, do eterno retorno, do tempo reversível, cíclico, a-histórico: "O canto do galo convoca o Sol a se levantar, assim como o nascer do Sol convoca o galo a cantar", o tempo é o senhor de todas as coisas. A pré-história é o mundo do imaginado, o mundo do mito, do mágico.
A História se inicia com o surgimento da escrita, "os textos foram inventados no momento de crise das imagens, a fim de ultrapassar o perigo da idolatria".
O mundo dos textos é o mundo histórico, o mundo concebido, das igrejas de salvação, do compromisso político, da ciência e da tecnologia. Nesse mundo o homem é responsável por ele e por seu atos.
A Pós-História - termo criado por ele - corresponde ao mundo posterior ao pensamento linear historicizante. A escrita linear permite o pensamento futuro ao contrário do pensamento mítico anterior, caracterizado pela circularidade e pelo eterno retorno. A pós-história caracteriza um tempo no qual as pessoas vivem num presente constante em que as caixas pretas - que simulam o pensamento humano graças a teorias científicas, as quais como o pensamento humano, permutam símbolos contidos em sua memória, em seus programas - e a constante busca pela superação desses, para a invenção de algo melhor, coloca o homem em um eterno retorno de esforços para superar o que já foi realizado anteriormente, transformando-o em funcionário dos aparelhos.

No decorrer do livro Flusser discorre sobre o ato de fotografar como um exercício para análise da existência humana em situação pós-industrial, aparelhada.
“O aparelho fotográfico é o primeiro, o mais simples e o relativamente mais transparente de todos os aparelhos. O fotógrafo é o primeiro funcionário, o mais ingênuo e o mais viável de ser analisado. No entanto, no aparelho fotográfico e no fotógrafo já estão, como germes, contidas todas as virtualidades do mundo pós-industrial. Sobretudo, torna-se observável, na atividade fotográfica, a desvalorização do objeto e a valorização da informação como sede de poder.”

Ele chama de caixas pretas sistemas complexos, que jamais podem ser penetrados totalmente, onde existam “funcionários” que dominam jogos para os quais não podem ser totalmente competentes.

Filosofia da Caixa Preta - Ensaios para uma futura filosofia da fotografia, 1983

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segunda-feira, maio 12, 2008

Estranhos Prazeres

Fazendo uma pesquisa na internet sobre os filmes do Debord encontrei por acaso uma discussão sobre o filme Crash: Estranhos Prazeres (1996). Vi esse filme há vários anos e ainda me lembro da estranheza que senti, enfim...

Achei interessante compartilhar parte do artigo, também pela referência ao engarrafamento de mais de 200km em São Paulo.
Conclusão:
Ballard nos conduz a um mundo ambíguo e contraditório - onde as armas de destruição em massa e os comerciais de automóveis são consumidos entre goles de refrigerantes e fornadas de pipoca para micro-ondas - dominado pela propaganda, pelas celebridades vazias, pela pornografia e temperado pela crença na ciência, na religião, no politicamente correto. Tudo é um só e confuso espetáculo mediático, no qual ninguém se impressiona com mais nada e os espectadores só querem saber do novo, só espectar e esquecer suas dores. Esse nada mais é que o nosso mundo, aquilo que chamamos de realidade social – “sociedade do espetáculo” -, na sua forma imagética e avassaladora. Em suma, um mundo movido a sexo e paranóia, onde qualquer demanda material pode ser satisfeita quase que instantaneamente, desde que se possuam recursos para tanto, é claro. Mas quanto mais consome o espectador alienado, tanto menos “compreende sua própria existência e seu próprio desejo”. (Debord, 1997, p.24) É como se vivêssemos continuamente uma novela sem fim, redigida por alguém carente de existência. Um deus ex machina, talvez? Assim, a tarefa do escritor não é criar a ficção, acelera Ballard, mas inventar a realidade. Pois o mundo em que vivemos, para ser compreendido, necessita ser interpretado como um sonho, fazendo-se a distinção entre conteúdo latente e conteúdo manifesto, isto é, entre real e realidade. “É a própria realidade que agora necessita da ‘suspensão da descrença’, outrora prerrogativa da arte” (Bauman, 1998, p.158). Por isso, CRASH não trata apenas do cataclismo que mata milhares e aleija milhões de seres humanos anualmente - enquanto as petrolíferas lucram arrancando das rochas a energia que fomenta esses desastres, e outros tantos e tantos mais -, numa cadeia alimentar cujo predador máximo é a máquina. Vivemos para elas, somos seus escravos. Trabalhamos para tê-las, para alimentá-las e protegê-las. Nossa vida parece só ganhar sentido quando as possuímos. Absorve-se a mensagem que a publicidade – esse “cadáver que nos sorri” (Toscani, 1996) – imprime em todos os circuitos eletrônicos e cerebrais, o fetiche tecnológico máximo: ‘meu carro, meu tesouro’, a face mais visível do sucesso nesse mundo feito mercadoria. Na nossa cultura do simulacro, “é preciso ver no carro um objeto-mulher” – objeto erótico, idealmente belo, submisso, manipulável -, que agrupa “determinações psicossexuais profundas” (Baudrillard, 2004, p.77). Lindas mulheres nos vendem carros perfeitos, mulheres perfeitas se conseguem com lindos carros, tanto faz... A pergunta a ser feita é: não é o desastre de carro o casamento perfeito entre sexo e tecnologia de um lado e a morte de outro? Pois o gozo, no seu limite, se confunde com a morte. Mas por que o gozo precisa se apoiar na transgressão e na dor a fim de gozar plenamente? Pois quando avançamos em direção a esse “vazio central (...), forma que se apresenta para nós o acesso ao gozo, o corpo do próximo se despedaça”. (Lacan, 1988, p.246) Isso não torna a trombada um meio exemplar para expressarmos nossas psicopatologias num amálgama de desejo e dor? Em síntese: o automóvel é objeto de desejo e, ao mesmo tempo, caixão. CRASH não é só uma imagem sexualizada do carro, carbura Ballard (1997, p.07), mas uma metáfora total para a vida humana na sociedade atual: “CRASH é o primeiro romance pornográfico baseado na tecnologia”. Tecnologia pervertida pela automação do gozo, sempre parcial, pois sua expressão completa é contígua à dor e à morte, na união simbiótica entre o corpo humano e a máquina. Pois o que caracteriza a perversão é a exclusividade do prazer auferido sempre pela mesma via: inexiste aqui julgamento de valor. E se a mistura entre sexo e acidente de carro nos parece algo estranho, nada mais é porque se inclui naquela “categoria do assustador que remete ao que é conhecido, de velho, e há muito familiar” (Freud, 1986/1919, p.277).

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greve















A greve dos motoristas bagunçou a agenda de muita gente. Os usuários podiam aproveitar o mote para reinvindicar melhorias no sistema de transporte coletivo, que vive com ônibus lotados e longas filas de espera! Nunca sei se é um movimento legítimo, somente dos motoristas, ou se os empresários estão pegando carona ...

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domingo, maio 11, 2008

catch a fire

Bob Marley

Slave driver, the table is turn; (catch a fire)
Catch a fire, so you can get burn, now. (catch a fire)
Slave driver, the table is turn; (catch a fire)
Catch a fire: gonna get burn. (catch a fire) Wo, now!

Ev'rytime I hear the crack of a whip,
My blood runs cold.
I remember on the slave ship,
How they brutalize the very souls.
Today they say that we are free,
Only to be chained in poverty.
Good God, I think it's illiteracy;
It's only a machine that makes money.
Slave driver, the table is turn, y'all.

Slave driver, uh! The table is turn, baby, now; (catch a fire)
Catch a fire, so you can get burn, baby, now. (catch a fire)
Slave driver, the table is turn, y'all; (catch a fire)
Catch a fire: so you can get burn, now. (catch a fire)

Ev'rytime I hear the crack of a whip,
My blood runs cold.
I remember on the slave ship,
How they brutalize the very soul.

O God, have mercy on our souls!
Oh, slave driver, the table is turn, y'all; (catch a fire)
Catch a fire, so you can get burn. (catch a fire)
Slave driver, the table is turn, y'all; (catch a fire)
Catch a fire ...

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sábado, maio 10, 2008

jung
























A vida sempre se me afigurou uma planta que extrai sua vitalidade do rizoma; a vida propriamente dita não é visível, pois jaz no rizoma. O que se torna visível sobre a terra dura um só verão, depois fenece... Aparição efêmera. Quando se pensa no futuro e no desaparecimento infinito da vida e das culturas, não podemos nos furtar a uma impressão de total futilidade; mas nunca perdi o sentimento da perenidade da vida sob a eterna mudança. O que vemos é a floração – e ela desaparece. Mas o rizoma persiste.

Carl Jung - Memórias, Sonhos, Reflexões

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sexta-feira, maio 09, 2008

o tempo passa ...























José Dirceu, em 1968, durante manifestação estudantil diante das Grandes Galerias, no centro de São Paulo. Dirceu foi presidente da União Estadual dos Estudantes de São Paulo e era candidato à presidência da UNE em 1968, quando foi preso em Ibiúna. Em 1969, foi expulso do Brasil.(fonte: folha SP)

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quarta-feira, maio 07, 2008

Ninguém ignora tudo;
Ninguém sabe tudo;
Por isso aprendemos sempre!
Paulo Freire

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terça-feira, maio 06, 2008

arquitetos ...

perdemos o bonde da história e acho que isso é um processo irreversível.
Nossa profissão, aliás, a minha profissão não é respeitada por ninguém: pessoas físicas, jurídicas e instituições públicas. Não vou chorar o leite derramado, mas enquanto todos os arquitetos ficam mordendo o mesmo osso e olhando para o próprio umbigo a vida vai passando e outros profisionais vão se apropriando de um espaço que está vazio; de uma "ausência de voz".
Espero que os geografos, engenheiros, artistas, decoradores, designers e outros profissionais que lidam com projetos façam bom uso de seus diplomas e tenham voz ativa na sociedade, não somente para a construção de espaços de uso privativo, mas também para a construção de espaços de uso público. The dream is over há muito tempo!!! Eu acho ... mas ainda tento ter voz ativa...

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segunda-feira, maio 05, 2008

hi tech



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domingo, maio 04, 2008

maio de 68 aos quarenta














Caderno +MAIS!, da Folha de São Paulo:
40 anos depois, entenda como 1968 modificou o mundo em que vivemos.
MAIO DESPEDAÇADO.
São vários artigos sobre comportamento, literatura, filosofia, música, política, cinema, movimento estudantil, arte e memória que se entrelaçam para compor (ou não ...) um mosaico de um período histórico e seus desdobramentos no mundo e no Brasil.
Alguns artigos estão on line:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/maiode68


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Petrobras
























Fala sério?! Essa obra já foi certificada?!
Perguntem aos vizinhos o que eles acham ... mas as bromélias e algumas mangueiras ainda estão no local. Super preservadas. Derrubaram somente uma mangueira. Quanto as pedras ... as explosões foram muitas para adequar o programa a área. O cronograma deve estar atrasado e a obra funciona direto, até a noite, inclusive nos finais de semana. Que terreno complicado!!!
Outros me lembraram da "barriga" que será feita da Reta da Penha para acesso à sede.

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sábado, maio 03, 2008

Super Mercado
























Clube Centenário, na Praia do Canto, onde artistas, estilistas, designers, artesãos ... apresentam seus trabalhos até amanhã. Sou fã de carteirinha da Bendita Seja e da Tita Maria, mas também existem outras pessoas com trabalhos bacanas. Acho um ótimo programa!
imagem: Angelita (Bendita Seja), Simone (Zona Alvo) e Tita (Tita Maria)

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sexta-feira, maio 02, 2008

Marcelo e Magno



http://www.iu.art.br/2007/11/30/clube-centenario/



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quinta-feira, maio 01, 2008

maio de 68

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u396741.shtml
"a dimensão dos empreendimentos humanos não é o finito nem o infinito, mas o indefinido; essa palavra não se deixa encerrar em nenhum limite fixo"
Simone de Beauvoir


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