Angela Gomes
 
 
 

segunda-feira, março 31, 2008

E você, está dentro ou está fora?

Como assim, do banheiro?!
Parece bobagem, mas faço questão de falar sobre sobre a invasão de privacidade nos banheiros.

Enquanto os anúncios estavam restritos aos postais estrategicamente situados em bares e restaurantes a coisa era mais suave. Agora entrou no mercado local a empresa Enox, especializada em anúncios indoor. Os poucos minutos que a pessoa fica no banheiro são aproveitados para veicular uma mensagem. A empresa é de Curitiba e hoje conta com milhares de pontos em todo o país. Conclusão: não agüento mais Francisco Rocha vendendo imóveis nos banheiros!!!
“...Não há mais tempo a perder. A guerra da informação começou há muito tempo e ao consumidor sobrou apenas o bombardeio. Isto quer dizer que é cada vez mais difícil e oneroso aos anunciantes aproximar suas marcas de seu público-alvo pelos meios tradicionais. O consumidor quer viver uma marca, quer sensações para todos os seus sentidos. O consumidor quer uma nova experiência. É por isso que a Enox está sempre um passo à frente, está dentro de uma nova realidade. Porque só estando dentro do novo é que se consegue aproximar marcas e consumidores de um jeito moderno, eficaz e viável. Isto se chama indoor experience. E você, está dentro ou está fora?”

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domingo, março 30, 2008

multimeios e entrelinhas


Como toda gente, só disponho de três meios para avaliar a existência humana: o estudo de nós próprios, o mais difícil e o mais perigoso, mas também o mais fecundo dos métodos; a observação dos homens, que na maior parte dos casos fazem tudo para nos esconder os seus segredos ou de nos convencer que os têm; os livros, com os erros particulares de perspectiva que nascem entre as suas linhas.
Marguerite Yourcenar (1903/1987)
imagem: oceano- menor
http://huemerson.multiply.com


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sábado, março 29, 2008

Fernando Pessoa

Que bom poder-me revoltar num comício dentro da minha alma!
Mas até nem parvo sou!
Nem tenho a defesa de poder ter opiniões sociais.
Não tenho, mesmo, defesa nenhuma; sou lúcido.
Não me queiram converter a convicção: sou lúcido.
Já disse: sou lúcido.
Nada de estéticas com coração: sou lúcido.
Merda! Sou lúcido.
(1888 -1935)

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sexta-feira, março 28, 2008

...

E como blog não é pra falar dos já falados e sim contribuir com a teoria da Calda Longa coloco um quadro do Huemerson Leal .

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A menina dança...

Palestra do Seminário Internacional "...E PARA QUE POETAS EM TEMO INDIGENTE?" - fotos "roubadas" da Elaine Pinheiro...

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terça-feira, março 25, 2008

Bob Marley ...


Most people think,
Great God will come from the skies
Take away everything
And make everybody feel high.
But if you know what life is worth,
You will look for yours on earth:
And now you see the light,
You stand up for your rights. Jah!
Get up, stand up!
Stand up for your rights!
Get up, stand up!
Stand up for your rights!
Get up, stand up!
Don't give up the fight!

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sexta-feira, março 21, 2008

Rio


Isso é coisa de arquiteto, não? Ou será de designer? Imaginem a execução em pedras portuguesas!
Estacionamento no Centro.

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quinta-feira, março 20, 2008

MAM - Rio



Exterior e interior: Afonso Eduardo Reidy e Hilal Sami Hilal. Imperdível!

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quarta-feira, março 19, 2008

Será que são almas indo para o céu?


Para ver mais é só entrar ha homepage abaixo:
http://digital-photography-school.com/blog/15-spectacular-lightning-images/
Abraços.
Morango

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segunda-feira, março 17, 2008

Natureza...

Nada mais Cultural do que a Natureza que construímos...
Natureza tb é culthuraaaa!!!!

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domingo, março 16, 2008

The Angel

I Dremt a Dream! What can it mean?
(...)
So he took his wings and fled;
Then the morn blush'd rosy red;
I dried my tears, arm'd my fears
Whith ten thousand shields and spears.

Soon my Angel came again:
I was arm'd, he came in vain;
For the time of youth was fled,
And grey hairs were on may head.
William Blake(1757-1827) Songs of innocence


Even though with some grey hairs i feel strong & happy: I`m 4.4!

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sábado, março 15, 2008

Clara Miranda

Walt Whitman 1819 - 1892.

http://contradigome.blogspot.com/


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sexta-feira, março 14, 2008

duas vezes brasileira

O título é cópia da revista Brasil - Almanaque da Cultura Popular, da TAM.
O que interessa mesmo são as falas da Lina Bo Bardi, italiana, que chegou ao Brasil, no Rio, em 1946:
" O edifício do Ministério da Educação avançava como um grande navio branco e azul contra o céu. Me senti num país inimaginável, onde tudo era possível.
" Eu não nasci aqui, escolhi este lugar para viver. Me sinto cidadã de todas as cidades, desde o Cariri ao Triângulo Mineiro, às cidades do interior e às da fronteira."
http://www.institutobardi.com.br


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terça-feira, março 11, 2008

Comunismo das Redes

Gosto da visão do Fábio Malini que discute a Internet como rede de multidão. Ele defende que a popularização de veículos como Youtube, Orkut, Overmundo, Blogues, MySpace etc, acaba por capturar a atenção das audiências dos meios de comunicação de massa, e produzir crise no regime de produção simbólica contemporânea,em especial, nas linguagens de seus conteúdos, na relação com suas audiências e na comercialização de seus produtos.
Também defende as "Redes Sociais On-line" (como o orkut) que auto-organizadas, flexíveis e participativas são um bom exemplo do "capitalismo cognito" porque são consequência de um trabalho fragmentado e cooperativo.

"Em questões gerais, esse trabalho de participação da construção de um conhecimento ou de uma tecnologia na rede revela-se como um general intellect. O valor reside na máxima socialização do conhecimento. A interface portanto entre saber e produção não se esgota na máquina, no hardware. Essa interface é dependente cada vez mais da interação entre os sujeitos sociais, particularmente, dos seus conhecimentos formais e informais, da imaginação, das intervenções estéticas, das ciência, enfim da experiência humana que se expressa em linguagens."

A TESE do Malini está disponível no blog dele.


FÁBIO MALINI
O COMUNISMO DAS REDES
sistema midiático p2p, colaboração em rede e novas políticas de comunicação na Internet

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Militância Hoje

Porque quando não faço arquitetura adoro citar o Antônio Negri peguei emprestado esse post da Clara....

A miltância hoje não é distribuir panfleto, colar cartaz, dizer palavras de ordem. Militar é investigar. Fazer pesquisa para entender esses desdobramentos do trabalho. Identificar a capacidade produtiva do trabalho para fazer militância. É um trabalho cultural. (...)A globalização não tirou a possibilidade de transformar o mundo, mas diluiu sobre toda a face da terra essa possibilidade. Há várias cargas políticas hoje no mundo prontas para explodirem. Temos de reconhecê-las para guiá-las. Hoje, portanto, o grande problema é se inserir no mercado mundial buscando localizar essas questões. Não se trata de auto-flagelamento, mas estar sempre pronto para uma tentativa de renovação. Antonio Negri


Antenas ligadas,,, acontecimentos não são banais, a análise não pode ser apressada, o senhor das armas está por ai...
http://contradigome.blogspot.com/


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Intuição do Instante

Falando em Bergson, nesse livro Matéria e Memória ele conceitua o tempo como duração... ele diz, só o passado "é", o presente é duração - duração, criação, impulso vital ...

No livro Intuição do Instante (adoro esse nome), Gaston Bachelard discorre sobre a tese de Roupnel refutando que “a duração não passa de um número cuja unidade é o instante” e afirma que a duração não tem força direta – já que não é em si representativa de um ato – e que o tempo real só existe verdadeiramente pelo instante isolado, esse sim, acontecendo inteiramente no presente, no ato - contesta a idéia de tempo espacial - passado, presente e futuro...

Sinopse

Em "A intuição do instante", Bachelard faz uma cuidadosa exploração do tempo, de sua duração e da percepção que temos dele, examinando para isso as idéias de Bergson e Roupnel e as teorias de Einstein. Para o autor, o tempo não tem outra realidade senão a do instante. Contrariamente à percepção comum, a experiência do tempo não é aquela de uma duração contínua e objetiva que transcorreria independentemente de nós. O tempo não passa de uma seqüência descontínua de instantes sempre novos, sem relação uns com os outros - ele é fundamentalmente descontínuo. O passado, o futuro e a duração são apenas ilusões, construções formais sem realidade objetiva. Os hábitos e o progresso, longe de se dissolver na descontinuidade dos instantes, dão-lhes uma nova dimensão. O progresso é parte integrante do hábito: a cada novo instante o gesto, renovando-se, se aperfeiçoa.

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Moléculas de Despedidas

*O cérebro é entendido atualmente como a essência do ser humano, aquilo que nos define. Para compreender o homem é necessário compreendermos o funcionamento do seu cérebro. Francisco Ortega coloca que “nas últimas décadas o cérebro vem se tornando, mais que um órgão, um ator social” e denomina essa nova “figura antropológica” de “sujeito cerebral” que ultrapassa as fronteiras do meio científico e hoje faz parte do senso comum.

Nessa nova maneira de construção do homem a noção de alma e espírito é desconsiderada. A ênfase na matéria cerebral ultrapasse o dualismo corpo e memória dando ao cérebro a importância máxima do ser homem – redução do homem ao fisicalismo do cérebro.

Nessa dimensão fisicalista dos corpos as mulheres, por exemplo, são definidas por seus hormônios; a tristeza vira depressão – facilmente tratada por diferentes doses de remédios – o homem deixa de refletir sobre sua própria existência quando reduzido a esse ser químico.
Explicar depressões como desequilíbrios químicos nos retira a culpa e a vergonha da tristeza – somos assim mais aceitos na sociedade, diz Francisco Ortega – por outro lado nos tornamos sujeitos sem crítica a mercê dos distúrbios físicos do corpo. A questão do público também é afetada nesse modelo fisicalista de ver o mundo. Os problemas deixam de ser avaliados como produção de uma sociedade que pode estar “doente”, que exacerba o valor do trabalho, da informação (que pode ser digerida ou não), que produz seres humanos insones.
A possível interpretação de sociedade como coletividade é substituída por um modo privado de ver os problemas – pessoas com convênios médicos resolvem seus problemas em farmácias. Cada corpo submetido a uma dosagem adequada de medicamento volta ao funcionamento e à atividade necessária para estar “integrado” e “ativo” na sociedade.

Dessa forma a memória é vista como produção de reações químicas do cérebro:
“quando uma memória antiga vem à tona para a compreensão de um contexto vivido em dado momento, o cérebro a reabre para modificá-la e depois guardá-la novamente. É nesse momento que uma eventual "droga do esquecimento" poderia fazer efeito, pois esse processo requer a produção de uma série de proteínas pelo cérebro, incluindo a BDNF.” Ivan Izquierdo

Em oposição a essa visão fisicalista da memória retomamos Henri Bérgson que vai se perguntar se o cérebro é o elemento único suficiente para dar conta da memória. Para Bergson o cérebro é necessário, porém não suficiente. A relação da memória e do cérebro aqui se dá por uma relação de solidariedade, não de equivalência ou redução.

Oposto ao conceito de “sujeito cerebral” onde o cérebro se torna indispensável para definir a individualidade, para Bergson memória não é cérebro. De acordo com o filósofo é o cérebro que faz parte do mundo material, e não o mundo material que faz parte do cérebro:

“Suprima a imagem que leva o nome de mundo material, você aniquilará de uma só vez o cérebro e o estímulo cerebral que fazem parte dele. Suponha, ao contrário, que essas duas imagens, o cérebro e o estímulo cerebral, desapareçam: por hipótese, somente elas irão se apagar, ou seja, muito pouca coisa, um detalhe insignificante num imenso quadro. O quadro em seu conjunto, isto é, o universo, subsiste integralmente. Fazer do cérebro a condição da imagem total é verdadeiramente contradizer a si mesmo, já que o cérebro, por hipótese, é uma parte dessa imagem. Nem os nervos nem os centros nervosos podem, portanto condicionar a imagem do universo.” (BERGSON, 1990, p.11)

Na metáfora da roupa e do prego, Bergson sintetiza a relação do cérebro e da memória uma relação de solidariedade, porém não de redução. Entre matéria e memória haveria uma diferença de natureza, o que para ele descolaria o homem de uma vida fadada à pura necessidade.
O espírito é de natureza distinta da matéria. Bergson não atribui ao cérebro nem a função de representar idéias nem de arquivar lembranças, mas ao contrário, para ele o cérebro teria o papel de suspendê-las, “para nos proteger de seu afluxo avassalador” e nos possibilitando agir no mundo. Para Bergson o passado, a memória, está presente mesmo que de forma virtual – uma oposição à espacialização do tempo tão difundida na cultura ocidental.

As imagens atualmente divulgadas do cérebro com cores disseminam como senso comum a imagem de um homem cerebral e fisiológico. Segundo Heidegger, porém, se o fisiológico é uma condição necessária para o entendimento do homem, não é uma condição suficiente. O problema está como em Bergson em confundir “condição necessária” com “causa originária” ou fundamento. E é a partir desse argumento que ele coloca:
“Se o fisiológico fosse o fundamento do humano deveria haver, por exemplo 'moléculas de despedida.”
Ou ainda:
“O corporal do homem nunca pode, fundamentalmente nunca, ser considerado como
algo apenas simplesmente presente, se quisermos observá-lo adequadamente. Se eu colocar o corporal do homem como algo simplesmente presente já o destruí a priori como corpo.” (HEIDEGGER, 2001, p.190)

Pesquisas atuais colocam o cérebro como lugar de armazenamento da memória e neurocientistas sugerem maneiras de estimular cérebro, de exercitá-lo como se exercitam outras regiões do corpo – fitness cerebral.

“(...) Para Bergson ao contrário, o cérebro era tratado como uma peça-chave para o esquecimento, para a suspensão interessada de uma memória que, confundindo-se com o ‘espírito’ (e não com uma máquina), se ‘guardaria’ por inteiro. Ou melhor: que não se ‘guardaria’, se por ‘guardar’ entendermos uma passividade e subentendermos um lugar, um reservatório ou arquivo. A memória, segundo Bergson se mantém na medida em que se virtualiza. Curiosamente, as tecnologias “do virtual” reforçam e reeditam, hoje, uma visão
localizacionista de memória; mais passiva e menos ‘humana’, portanto. Enquanto nossos computadores têm cada vez maior capacidade de ‘armazenamento’, desenvolve-se uma intensa preocupação com lapsos de memória, tanto nas novas patologias descritas e catalogadas (síndrome do pânico, mal de Alzheimer, ‘burn-out’, formas variadas de estresse e depressão).”

As metáforas funcionais das neurociências permeiam a cultura popular e viram regra no senso comum. Jornais, revistas, televisão veiculam imagem que associam o cérebro e a mente. “Quando uma cultura como a nossa equaliza o estatuto cerebral com o estatuto mental e com a própria personalidade, então as imagens tornam-se prejudiciais ao difundir visões reducionistas e objetivizadas da mente e do corpo humano, com conseqüências severas em diversas esferas socioculturais e clínicas.” F.Ortega.

Bibliografia:

BERGSON, Henri. Matéria e Memória. São Paulo: Martins Fontes. 1990

FERRAZ, M. C. Franco. Tecnologias, memória e esquecimento: da modernidade à contemporaneidade.

HEIDEGGER, M. Os Seminários de Zollikon. São Paulo: EDUC,2001.

ORTEGA, F.: O corpo transparente: visualização médica e cultura popular no
século XX. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, v. 13 (suplemento), p. 89-107, outubro 2006.

**Esse artigo foi um exercício da disciplina Imagem, Sociedade e Cultura, ministrada pela Prof. Dr. Maria Cristina Franco Ferraz no curso Estratégias de Comunicação e Gestão da Imagem do Departamento de Comunicação da UFES.

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Mídia Brasileira x Matrix x Homer

Faz lembrar o episódio quando o William Bonner comparou o telespectador brasileiro ao Homer Simpson!


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Arquitetura Social ( & Fashion)

Lepont Gucci
"Extremamente elegante é o mínimo que se pode falar da Pont Gucci. Uma sofisticada estrutura atirantada por belíssimas correntes guccíssimas de ouro 18k e largas tiras de tecido côtelé vert, rouge et vert, cumpre o seu importante papel social conectando glamorosos shoppings localizados nas margens do rio mais "in" de São Paulo.
Pó de diamante espalhado pelo asfalto, provocará um deslumbrante brilho. Segurança 24 horas e um justo preço do pedágio, aproximadamente 20 euros, tornarão este lugar exclusivíssimo. No Dia do Índio, 19 de abril, seu uso será gratuito numa forma de "gentileza urbana" aos menos favorecidos, mas prometemos uma desinfecção rápida e segura para que tenhamos tudo na mais perfeita ordem na manhã seguinte, afinal sabemos muito bem da total falta de educação do povo brasileiro. Numa demonstração de respeito ao meio ambiente o rio será despoluído numa faixa de 20 metros com aplicações diárias de Channel No. 5. Chiquérrimo!!!"
Menção honrosa:
GucissimoAutores: Marcio Kogan, Bruno Gomes, Diana Radomysler, Lair Reis, Oswaldo Pessano, Regiane Leão, Renata Furlanetto, Samanta Cafardo, Suzana Glogowski - São Paulo

http://www.vitruvius.com.br/noticia/noticia_detalhe.asp?ID=1682



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ilustrar...ilustre...ilustração



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segunda-feira, março 10, 2008

Dubai

The future in Dubai http://www.designboom.com/contemporary/dubai1.html

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domingo, março 09, 2008

Coleta Seletiva



Enquanto, nos últimos dias, Nápoles é notícia nos jornais porque não consegue recolher todo o lixo produzido na cidade e não consegue encontrar um lugar adequado que possa receber todos os resíduos, o Ticino, na Suíça, assim como a Lombardia, na Itália, fazem a coleta seletiva dos resíduos que são levados a separação e reutilização dos materiais.

Na foto acima, mostro os coletores disponíveis em Lugano. Cada contenitor é destinado a um tipo diferente de material (vidro, plástico, papel e orgânicos) e são localizados em grupos em pontos estratégicos na cidade. Dos contenitores, conseguimos ver somente a "boca". Na verdade, o recipiente para o lixo, não é o que se vê na foto. O contenitor está abaixo da placa de alumínio que cobre o piso entorno da "boca".

Quando vi pela primeira vez fiquei realmente surpresa. O caminhão de coleta do lixo tem um braço com uma "pinça" que levanta o contenitor a fim de esvaziar-lo. Sob a placa de alumínio, uma caixa de metal de mais ou menos 2 m de altura armazena o lixo. E, da rua, não é visto porque permanece no subterrâneo. É realmente um sistema fantástico, limpo e inteligente.

Vamos aproveitar o exemplo?


Fevereiro 2008

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Tudo vira bosta

Pegando carona na postagem anterior, da Ellen, segue a letra:
composiçaõ: Moacyr Franco
Álbum: Balacobaco, Rita Lee (2003)

O ovo frito, o caviar e o cozido
A buchada e o cabrito, o cinzento e o colorido
A ditadura e o oprimido
Prometido e não cumprido e o programa do partido
Tudo vira bosta ...

O vinho branco, a cachaça, o chope
escuro, o herói e o dedo-duro
O grafite lá no muro, seu cartão e seu seguro
Quem cobrou ou pagou juro, meu passado e meu futuro
Tudo vira bosta
Um dia depois não me vire as costas
Salvemos nós dois
Tudo vira bosta

Filé "minhão", "champinhão", Don "Perrinhão", salsichão, arroz, feijão
Muçulmano e cristão, a Mercedez e o Fuscão
A patroa do patrão, meu salário e meu tesão
Tudo vira bosta
O pão-de-ló, brevidade da vovó, o fondue,
o mocotó, Pavaroti e Xororó
Minha eguinha pocotó ninguém vai escapar do pó, sua boca e seu loló
Tudo vira bosta
Um dia não me vire as costas
Salvemos nós dois
Tudo vira bosta
A rabada, o tutu, o frango assado, o jiló e o quiabo
A prostituta e o deputado, a virtude e o pecado, esse governo e o passado
Vai você que eu tô cansado
Tudo vira bosta
Um dia depois não me vire as costas,
salvemos nós dois
Tudo vira bosta

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sábado, março 08, 2008

de q??

Hoje, dia internacional da mulher me lembrei de três homens:
Karl Krauss, Fabio Júnior e Moacir Franco - necessariamente nessa ordem.
Primeiro me lembrei das frases ácidas do escritor, acho que era austríaco(não vou procurar no google) algumas dessas frases definiam as mulheres do seu tempo, uma delas dizia mais ou menos que a doutrina de uma mulher é a cosmética... depois me lembrei das feministas, trabalhadoras...as "culpadas" por essa homenagem, daí me lembrei que aqui veio o Fábio Junior para homenagear o sexo, foi então que veio à mente o Moacir Franco que junto com a Rita Lee escreveu: "Tudo vira bosta"!


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Antônio Cícero



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Só sei que nada sei.
Sócrates
Hoje é o dia internacional da mulher, decretado pela Onu em 1975.
Não é uma data qualquer, está intimamente ligada aos movimentos feministas que buscavam mais dignidade para as mulheres na sociedade. O ponto de partida foi a rebelião operária de 1857, ocorrida em Nova York. Depois, vieram os sutiãs queimados e deu no que deu. Hoje temos tripla jornada de trabalho. Sim, compartilhada com os homens, mas temos. Assim como possuímos o poder de exercer ou não a maternidade, sem culpa. Escolhemos nossa profissão e muitas outras conquistas, mas ainda existem muitos países, inclusive o nosso, em que os direitos básicos das mulheres ainda são violados, quanto ao acesso a educação, saúde, trabalho, salários, lazer, enfim .... alguns problemas são idênticos aos enfrentados pelos homens.

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sexta-feira, março 07, 2008

Mário Quintana

Amar é mudar a alma de casa.

A alma é essa coisa que nos pergunta se a alma existe.

Quem nunca se contradiz deve estar mentindo.

Mario Quintana, em Para viver com poesia.
Fonte: www.digestivocultural.com

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quinta-feira, março 06, 2008

Estamira

Hoje, no Seminário da Vale, na mesa 1 "A indigência de nosso tempo" tive a oportunidade de assistir um trecho de Estamira, apresentado durante a palestra de Aluísio de Menezes. Gente, concordo com a Ellen, é impressionante!!!
Enquanto isso, na mesa, rolou um certo desconforto entre Ronaldo Brito, de sapato alto, e Aluísio, que além de professor e psicanalista, é super didático e muito mais aberto ao diálogo.
Indigência, poesia, devaneio, fronteira entre loucura e lucidez, filosofia, entre outros, foram os assuntos abordados.
Aluísio contou que é professor de estética e passou um trabalho para seus alunos. O tema e a forma eram livres. Cada um podia falar o seu conceito de estética. Uma aluna fez um power point sobre escova progressiva, é mole?

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Denver


por Romulo Gastman

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quarta-feira, março 05, 2008

em construção



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terça-feira, março 04, 2008

No Country for Old Man

Após conversar com um amigo, preciso reconhecer que o filme tem uma grande sacada: é uma história sem fim, como quase tudo que vivemos hoje, especialmente a violência urbana.

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segunda-feira, março 03, 2008

Estamira

"A minha missão, além d´eu ser Estamira, é revelar a verdade..."

"ESTAMIRA conta a história de uma mulher de 63 anos que sofre de distúrbios mentais e vive e trabalha há mais de 20 anos no Aterro Sanitário de Jardim Gramacho, um local renegado pela sociedade, que recebe diariamente mais de oito mil toneladas de lixo produzido no Rio de Janeiro. Com um discurso eloqüente, filosófico e poético, a personagem central do documentário levanta de forma íntima questões de interesse global, como o destino do lixo produzido pelos habitantes de uma metrópole e os subterfúgios que a mente humana encontra para superar uma realidade insuportável de ser vivida."

O documentário é a própria fala de Estamira, o olhar dela sobre o mundo e por isso o limite fraco na determinação do que é real ou loucura. Será que não somos nós os loucos que produzimos o lugar que Estamira e os outros "personagens" vivem? A fala dela é por vezes confusa e outras de uma lucidez desconcertante. Diante de seus filhos "normais", um deles muito religioso, Estamira fica furiosa quando fala sobre Deus - a loucura parece só mais um ponto de vista.

“tudo que é imaginário tem, existe, é”

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Vilém Flusser


Nada como um bom livro!
"O Mundo Codificado" de Vilém Flusser , que segundo alguns autores é o primeiro filósofo da imagem - "Entender os produtos do homem é entender a essência de sua existência."

“Essse é um belo caldeirão das bruxas: cozinhamos mundos com as formas que quisermos e o fazemos ao menos tão bem como o fez o Criador no decorrer dos famosos seis dias. Somos os autênticos mestres-feiticeiros, os autênticos designers, e isso nos permite, agora que conseguimos superar Deus, jogar a questão da realidade sobre a mesa e dizer, junto com Immanuel Kant; “real” é tudo aquilo que é computado em formas, de modo decente, eficaz e consciente; e “irreal” (onírico, ilusório) é aquilo que é computado de modo desmazelado. Por exemplo, a imagem da mulher que amamos não é de todo real porque fizemos nosso trabalho onírico de modo descuidado. No entanto, se encomendarmos essa imagem a um designer profissional, que tenha em mãos, se possível, um hológrafo, ele sim nos proporcionará mulheres que realmente amamos, e não sonhos descuidados. É assim que as coisas parecem estar caminhando.
Descobrimos as artimanhas do Eterno (louvado seja Seu nome), roubamos suas receitas de cozinha e agora cozinhamos inclusive melhor do que Ele. Será que estamos realmente em uma nova história? (...)”

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O Supermercado e o Porquinho

É indiscutível a importância e o desenvolvimento da Comunicação na sociedade atual, até (parece) se tornar um dos elementos principais da sociedade - a passagem do ser para o ter é complementada pela passagem para o parecer.
Na semana passada foram encontrados no Supermercado Dalmerry, em Jacaraípe mais de duas toneladas de carne deteriorada, que segundo o noticiário, estavam estocadas no frigorífico do estabelecimento. O proprietário não obedeceu à ordem de fechar padaria e açougue e foi preso.
Enfim, não quero discutir questões sanitárias.
O interessante foi observar que depois de todos esses acontecimentos estava lá o assessor de imprensa do supermercado defendendo a imagem do dito cujo e do supermercado.
Me ocorre agora que Assessores de Imprensa são como advogados, todos têm direito aos seus serviços, culpados ou inocentes.
Nas grandes empresas é a Comunicação que assume a gestão dos programas de Responsabilidade Social - porque as ações de comunicação contribuem para a construção da imagem institucional. E do que trata a Responsabilidade social senão de imagem?
Enfim, ouvir dizer que a logo do tal supermercado é um porquinho em cima de um monte de moedas – boa relação Imagem x Identidade.

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domingo, março 02, 2008

No Country for Old Man











Ou, na traduçao brasileira, "Onde os fracos não têm vez" ... ou será "A juventude oculta do beiçola?" Alguém poderia explicar os motivos do Oscar de melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro adaptado e, finalmente, o oscar de melhor ator coadjuvante para Javier Bardem? Fala sério, ele entra e sai com a mesma expressão. Foi um premio para a "grande família" americana! Prefiro o ator Marcos Oliveira.

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sábado, março 01, 2008

Toda alma é uma melodia que convém renovar.
Mallarmé

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revival?!


While My Guitar Gently Weeps - George Harrison

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